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Rititi

Rititi

INÍCIO

  • Extra! Extra! Novo livro Rititi!

    Minha boa gente, leitores que me acompanham depois de tantos e tantos anos, há novidades, e das boas, in da house! Esta vossa blogger favorita acabou de mandar um livro todo catita para a editora. Estará nas livrarias já em Junho, para o poderem comprar e levar para a praia, a piscina ou até para o parque de campismo, oferecer às cunhadas, às melhores amigas, às colegas de trabalho! Sim, para elas, para vocês, raparigas e moças do nosso país, porque este simpático livro que está a ser editado pela Cego Surdo e Mudo, será um “Manual de Instruções”. De instruções de quê? Ah, isso já vos direi mais à frente. Mas estejam descansados, que isto não é um livro de auto-ajuda, que não dei em guru da vida dos outros. Enquanto tiver a capa, mostro.

     

     



    Por Rititi @ 2013/05/08 | 9 comentários »


    O que é ser bela

    Hormonal como ando, é normal ter acabado de ver este vídeo da Dove com uma lágrima a escorrer-me pela cara abaixo. Porque é bonito, é verdade, e tem uma musiquinha com esse tom condescendente de anúncio de penso higiénico e as senhoras no fim comovem-se, choram e falam num inglês muito articulado sobre a sua imagem. Mas, tirando tudo isto, o anúncio da Dove reflecte sobre um tema muito delicado para as mulheres: a percepção da beleza. A nossa percepção. Não é que nunca estejamos satisfeitas, é que simplesmente não gostamos do nosso reflexo. Mas que raio de espelhos usamos nós que tanto amplificam as nossas imperfeições, que transformam um banal sinal numa verruga ou um nariz recto num focinho monstruoso? Que necessidade temos nós de nos afundarmos (ainda mais) na merda? Não nos chega com as nossas desgraças diárias, ainda temos que passar o dia a escrutinar a flacidez das mamas e a celulite do rabo? Não nos chega que nos subam os impostos e o IVA e os putos fiquem sempre doentes à segunda feira? Não, nós precisamos de odiar o nosso queixo, comparar a pele com os das modelos, abominar a falta de luminosidade do nosso cabelo. E quanto mais perto estamos dos 40 mais se agrava, como se não servisse para nada fazer anos e aprender alguma coisa com isso. Ver as mulheres do anúncio da Dove frente à “sua” imagem desenhada é brutal. Parecem dizer “quem é essa?”. Não se reconhecem, porque essa imagem não existe, não é real. E isto é a beleza: a percepção real de nós. Nós somos o espelho. E gostar do que somos é só um princípio para que nos vejam sempre mais bonitas. Ou realmente bonitas.



    Por Rititi @ 2013/04/19 | 18 comentários »


    A minha homenagem à Dama de Ferro

    (by Hora Chanante)



    Por Rititi @ 2013/04/08 | 2 comentários »


    A realidade deixa-me louca

    Eu sei que vos devo muitos textos. O Papa Francisco. Chipre. O Mourinho. Madrid. As procissões. Coreia do Norte. Grandes textos que nunca escrevi. Como a constituição como arguida da filha do Rei de Espanha, a Cristina, no caso onde o marido, o ex-jugador de andebol (andebolista?), ex-guapo e ex-favorito Urdangarín, está acusado de desviar milhões de euros de dinheiro público e, já que estava com as mãos na massa, de fraude fiscal. Até hoje nem o juiz nem o procurador tinham tido os tomates de a chamar a declarar, quanto mais transformar uma Borbón de primeira linha em arguida, argumentando sempre que o papel da filha do rei era meramente formal, nunca executivo, nas fundações que – supostamente – tinham como único fim roubar fundos públicos. Urdangarín está fartinho de jurar que a mulher não sabia nada-de-nada sobre os negócios, pactos y convénios assinados pelas fundações, apesar de estar nas Juntas Directivas e de ter poder de voto e decisão. Talvez essa coisa de “a minha mulher só assinava, mas não lia” ainda funcione em certas tardes de bridge e criada interna, mas um juiz não tem nada a ver com o anacronismo de género ou linhagem monárquica. Quem assina é imputável. Aqui o único inimputável é o Rei, assine, mate elefantes ou tenha uma  amante alemã depositada na casinha do jardim do Pardo e que negoceia em nome de Espanha com petro-magnates russos. E então dia 27 de Abril lá irá a Cristina Federica de Borbón y Grecia ao tribunal, responder, como uma cidadã (que não contribuinte) mais às perguntas do juiz Castro. Incrível. Como não escrever sobre isto? Acharia realmente o semental Urdangarín que ninguém o apanharia a defraudar, que poderia enriquecer-se sem que ninguém desse por isso? E a Cristina, credo? Só alguém que nunca viveu do fruto do seu trabalho poderia acreditar que um ex-jogador de andebol com o décimo segundo ano ficaria multimilionário em dez anos. Ser Infanta de Espanha é sinónimo de imbecilidade? Não lhe basta ser a filha do Rei, princesa ou infanta, herdeira de favores, privilégios, vénias e trabalhos super remunerados? Quem faz mais pela República neste caso: os porta-bandeiras dos costume ou quem desonra a instituição, a sua própria casa, a sua família? Impressionante, nem nos seus sonhos mais húmidos os membros do comité central do PC espanhol teriam imaginado que a Monarquia seria dinamitada desde dentro. Cambada. Um Rei que se nega a abdicar e uma Rainha a viver em Londres como se isto não fosse com ela. Não posso deixar de pensar na Letizia, aquela que acabaria com a Monarquia, aquela que não estava preparada nem à altura e que não tinha sido educada para um lugar destes, aquela que não saberia ver o limites. Pois. Aquela que a maior merda que fez foi transformar a sua cara e a forma de falar com Príncipe. Nada acontecerá à Cristina, claro está, nem sequer ao Urdangarín. O Rei morrerá sentado no trono e os seus filhos herdarão uma fortuna que segundo o NYT poderia chegar aos 1.800 milhões de Euros. Ao Príncipe, se não for Rei, trabalho não lhe faltará, nem que seja só por causa da sua agenda. Por tanto e como já dizia o outro, é preciso que tudo mude para que nada mude. Se apetece escrever sobre a Monarquia? Então não! Era mulher para escrever uma série sobre ela para uma revista, do género “Borbones, de bestiais a bestas e tal”. Se vivesse em Portugal até me podiam contratar para os programas da tarde como “especialista na Monarquia Espanhola”, ao lado da Maia (ainda existe?) e do Cláudio Ramos. Bem era capaz de dedicar um monográfico à Corinna, a nova Barbie feminista do mundo dos negócios, para uma revista séria, como a Lux. Enfim. Não me posso pôr a escrever, que me distraio. Se não me contratam na Lux esta semana ainda vos venho contar sobre a Corinna (e aqui ficava tão bem “a puta fina” mas uma gaja não quer levar com um processo nos cornos, já sabem).



    Por Rititi @ 2013/04/03 | 11 comentários »


    Almodóvar está velho

    Um novo filme de Almodóvar é um acontecimento social em Espanha. Os críticos ficam doidos (o Carlos Boyero então nem se conta), os meios não falam de outra coisa, as vozes dividem-se entre os que odeiam e veneram a obra do realizador. E este último filme do Almodóvar, Los Amantes Pasajeros, não é excepção. E eu, que sou uma almodovariana confessa, eu que vi todos os filmes do manchego, eu que chorei sozinha no cinema a ver Volver, eu que sei diálogos de cor do Qué he hecho yo para merecer esto?, eu que delirei com Tacones Lejanos e que nem achei assim tão horríveis La mala de educación o  Los abrazos rotos, pronto, lá fui ver esta (suposta) comédia. E digo, já: B-E-LA-M-E-R-D-A! Assim, sem piu-piu-piu nem eufemismo. Não me lembro de ter saído nunca de um filme tão decepcionada, a apetecer-me ir bater à porta da casa do gajo e pedir que me devolvesse os 10 EUROS que me custou a puta da entrada. Não me ri uma única vez. Passei o filme todo à espera desse momento “testiga de Jeovah” da Chuz Lampreave nas Mujeres al borde ou duma cagasésima parte da honestidade da Agrado no Todo sobre mi madre. Ou de honestidade em geral. Nada, népias. Tudo é tão artificial, fake, ridículo, a roçar o absurdo. Os diálogos não valem um chavo. O argumento não tem pés nem cabeça. As personagens parecem criadas por um adolescente hiperssexuado. E não tem nada a ver com a paneleirice do filme. A sério, gays venham a mim. Eu também tenho os meus dias gays. Porque o filme nem sequer é paneleiro. É idiota. Pôr as personagens a dizer “polla-follar-polla-follar” vezes sem conta não tem graça, senhor Almodóvar. Pôr as personagens a foder em grupo não é transgressor a estas alturas do campeonato. Já todos vimos isto. As coreografias gays, a divas do bondage com o seu coração de ouro, os heteros que são gays mas que não sabem apesar de fazerem broches a gays, a virgem que cheira os mortos… Really??? Era isto necessário, senhor Almodóvar? Não, não era. Com a madurez alguns realizadores, como o Clint Eastwood, ficam mais delicados, mais finos; outros, como o Woody Allen, querem é fazer turismo e filmar o decote da Penélope Cruz. E depois está o Almodóvar, obcecado por parecer moderno: a moda, os decorados, a literatura, a música, o sexo. Mas nada é moderno: andamos a ouvir o Look de Metronomy há anos, todos falámos o que tínhamos a falar do 2666 de Bolaño, David Delfin já deu o que tinha a dar. E o sexo, senhor Almodóvar, com ou sem mezcalina, com conhecidos ou estranhos, já não escandaliza ninguém, pelo menos nestes termos adolescentes e burros. E isto não é moderno: é seca. Sorry.



    Por Rititi @ 2013/03/13 | Sem comentários »


    VIVA EU

    Todos os dias.



    Por Rititi @ 2013/03/08 | 4 comentários »


    Muy recuperada

    Uma gaja abre a web da Revista Hola e dá de caras com isto: “Shakira reaparece (…), un mes después de dar a luz. Con un total look en negro, sin pareja y muy recuperada después de haber dado a luz hace sólo un mes“. Muy recuperada. Demos graças ao Senhor, ela que, milagrosamente, conseguiu recuperar a figura um mês depois de parir. Aleluia! Que exemplo para o resto das mulheres recém paridas! Obviamente, a revista esqueceu mencionar que este  fabuloso caso de recuperação de cintura se deveu a uma cirurgia estética praticada no mesmo momento em que a criatura teve o filho, conhecida como “mommy makeover”. Ou seja, quando lhe retiraram a placenta aproveitaram para lhe aparar as mamas, além de dar um jeitinho à zona abdominal e, se calhar, ainda levou com uma lipoaspiração para pôr tudo no sítio. Por mim perfeito. Se eu tivesse dinheiro talvez até era mulher para ir à faca e assim poupar-me o ano e meio que demorou este meu corpo de mulher felliniana a ficar “muy recuperado”. Na boa. Mas que as Holas deste mundo me vendam a Skakira como um modelo de emagrecimento invejável já não me agrada tanto. Aliás, toca-me a fibra sensível, que também a tenho. O que me querem dizer exactamente?: “Vês, sua vaca, como é possível, tu é que és uma desleixada, uma preguiçosa que te entregaste às benesses do gelado de chocolate branco” ou então “Queridas leitoras, como se não tivessem suficiente com a vossa vida de merda, tomem lá mais uma razão para e afundarem no sofá”?. Já não nos bastam com os insultos constantes das revistas femininas que insistem que aos 40 devemos estar tão enxutas como as adolescentes de 20, como agora nem respeitam os pós-parto, essa época em que o nosso corpo se deve recuperar ao seu ritmo? Quantas de nós não nos deprimimos aos seis meses (ou ao ano!) de parir, quando vemos que apesar de comer bem e ter voltado ao pilates, a puta da barriga (flácida, asquerosa) se resiste em abandonar-nos? Que a Shakira está “muy recuparada” nós já sabemos, mas não omitam que foi graças a uma operação que terá custado várias dezenas de milhares de Euros. E as mulheres reais não somos Shakira. Cada uma recupera-se a seu tempo, com mais ou menos sorte, mais ou menos desgostos, mas recupera-se. Custa. É deprimente. Mas vai lá. Sem cirurgia. E ficamos muy recuperadas, à borla, ainda por cima.



    Por Rititi @ 2013/03/04 | 10 comentários »


    Querido vizinho do andar de baixo:

    Vá-se foder. Desculpe-me lá a brusquidão logo assim de repente, mas acho que a nossa relação já não está para salamaleques e parece-bem a estas alturas do campeonato. É que, sabe, eu não sou propriamente apreciadora de tocamentos do (meu) grelo e muito menos em minha casa, às seis da tarde e quando já tive que levar com uma quantidade ingente de anormais e gente espancável lá na mina. Deve calcular que ter o senhor todos os dias a bater à minha porta à hora do lanche a queixar-se de que os meus filhos estão a fazer muito barulho não é a coisa que mais prazer me dê na vida. Vou-lhe explicar uma coisa, meu imbecil: os meus filhos têm 2 e 4 anos. Não sei que barulho acha que os meus filhos fazem ou podem fazer, mas com esta idade não superam, os dois juntos, os 40 quilos. Saltam? Correm pela casa? Cantam, berram, choram, gritam? Sim. E depois? Como deve calcular não vou proibir os meus filhos de brincar na sua própria casa só porque o senhor diz querer dormir a sesta. Lamento. Já se mudassem os móveis de sítio, era capaz de me irritar, porque me riscam o chão, não pela privação da sua sesta ÀS SEIS DA TARDE! Já pode subir todos os dias as escadas para se lamentar do insofrível tormento de ter duas crianças a fazer corridas na sala porque estou-me bem cagando. Mais me irrita que o senhor assobie (mal) à janela a-todas-as-horas-do-dia e lá por isso não lhe mando com um balde de merda em cima. E aproveitando este desabafo contra adultos com falta de chapadas não só na infância, também gostaria de mandar para o caralho a fufa-lésbica-homossexual-tanto-me-faz que foi ao concerto de música dos Balcãs para crianças e que achou que o meu filho de 4 anos não podia nem correr nem dançar nem cantar e por isso o agarrou do braço e o mandou para o chão. Eu percebo muita coisa, sabe sua vaca dum cabrão, mas não tenho a culpa que a senhora não tenha educação para se saber comportar em público. Arrependo-me, nem sabe quanto, de ter sido uma cidadã responsável altamente influída pelos valores da cultura do politicamente correcto e só ter lhe chamado a atenção ameaçando-a com telefonar para a polícia por maus tratos a uma criança quando o que devia ter feito era ter espancando a sua cabeça contra o palco uma e outra vez, até ter pedido desculpa ao meu filho. Agora, desde a distância, mando-a foder. Sim, foda-se. E que se fodam todos os queixinhas desta vida que acham que os meus filhos deviam ser uma espécie de bonecos imóveis, umas estátuas muito loirinhas e adoráveis que nem respiram do educadinhas que são só para não incomodar as sestas, os lanches nos cafés, as compras no supermercado. Fodam-se. Este meu grelo maternal já está um bocado farto da vossa intolerância às crianças disfarçada de superioridade moral, dessa vossa brutal estupidez que tentam justificar com princípios educacionais do arco da velha, apropriando-vos de um discurso que nem os vossos pais alguma vez se atreveram a usar porque tinham filhos que se portavam mal como a merda: vocês.



    Por Rititi @ 2013/02/27 | 15 comentários »


    A classe

    86 anos. E agora falem-me do estilo da Jennifer Lawrence ou da Amy Adams, meninas disfarçadas de princesas. Agora digam-me que a Jessica Chastain ou a Charlize Theron estavam muito elegantes nos seus vestidos emprestados, como se não estivéssemos fartas da as ver de fato de treino e chinelo a sair do supermercado. Nas passadeiras vermelhas, mascaradas, com duas dúzias de estilistas atrás, claro que estão magníficas. Agora olhem outra vez para esta foto e repitam até à exaustão: 86 anos. Isto que vocês estão a ver chama-se ter classe, ser superior, indiferente até, ao vestido que se usa ou aos sapatos e às jóias que nos decoram. Ter classe não tem nada a ver com roupa, nem com o estilo e muito menos com a moda, mas sim com a sabedoria, com a idade, com a vida, com a distância de saber que uma red carpet é só isso, uma pequena amostra da feira das vaidades. Emmnuelle Riva, 86 anos de rugas, cabelo branco, óculos na mão, uma túnica linda de Lanvin e os lábios vermelhos. Classe.



    Por Rititi @ 2013/02/26 | 10 comentários »


    Trambolhos D’Ouro: Oscar 2013.

    Lamento, mas já não temos mais chamuças.

     

    Rachel Muanza

    In the Jungle, the mighty jungle, the lions sleeps toniiiiiiiight. O-wim-o-weh o-wim-o-weh o-wim-weh. Wim-o-weh o-wim-o-weh o-wim-o-weh o-wim-o-weh!!!!!!

    Renée Zellweger.

    Os Oscar. O mármore. A vigorexia. A morte.

    Melissa McCarthy vestida deAHAHAHAHAHAH!!! WHO CARES?

     

    A mãe de Bradley Cooper, ou a vingança por o filho lhe ter dado um pós-parto de merda.

    Eve Stewart

    A pose. Os cornos. A malinha do chinês. O ar. A cara. As drogas. Like, like, like!

    Paz Vega.

    Quem? A florista-zíngara-bailaora de flamenco que entrou à socapa na festa do Elton John.

    Kristen Stewart 

    Coxa, despenteada, com mau aspecto, com olheiras, fodida da vida, na merda. Um dia normal na vida de Kristen, portanto.

    Brandi Glanville 

    Não olhem para as minhas mamas, não olhem para as minhas mamas, não olhem para as minhas mamas!!!!

    Heidi Klum

    Olhem para as minhas, olhem para as minhas, olhem para as minhas!

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    (continuemos, então)

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    Salma Hayek

    Mamalhuda sem pescoço + Latina com dinheiro + ninho de abelhas na cabeça = estou-me bem cagando, o meu marido é milionário.

    Maria Menounos

    Maria del Rosario Trinidad Todos los Ángeles Mártires de la Marisma, vilã da telenovela mexicana “La Amante de los Hombres de Fuego” a rebentar. Literalmente.

    Sunrise Coigney

    Os dedos dos pés! Os dedos dos pés!

    Helena Bonham Carter 

    Quanto é que vocês dizem que ganham ao mês? Agora gozem com o meu vestido, bicthes!

     



    Por Rititi @ 2013/02/25 | 3 comentários »