MOMENTO GINA: HOMENS DE PÊLO NO PEITO
Un poco hasta el chochete, que quieres que te diga, de tanto cantor emetiví meio apaneleirado, com o seus bonés de marca, as calcinhas caídas, olhar lânguido e sensual, ie, ie, jovens imberbes que seduzem a adolescência planetária à base de estrofes afinadas e letras de amor sem sal, sem pimenta, sem essa garra de macho que nos faz às mulheres arranjar o cabelo, molhar os lábios, roer as unhas e desabotoar a camisa. Ie, ie, beibe, ai love iu, e mais nada, sem emoção, sem que ao grelo se lhe estimule mais vontade que mudar de canal, de estação de rádio e de época vital, para aqueles anos em que os gajos eram machos e copulavam para espalhar os genes por esse mundo fora.
Como eles, Los Chunguitos, os reis da rumba sem after-shave, os heróis dos presos por roubo na farmácia, os poetas dos subúrbios onde a polícia não entra, os amantes que choram pela cigana indiferente. Pêlos no peito, blusões de cabedal, más chutes no, y carmen, carmen, voy a tener que emborracharme, carmen, carmen, carmen, porque si no nunca voy a hablarte.
Ay que dolor.

Foto roubada do admiradíssimo blogue de Edmundo Tavares, Soy un Perro Callejero. Uma pérola!
Antes prefiero la muerte que vivir contigo, dame veneno, para morir!
(Pedido: Rui, cojones, cámbiame la música, chacho, tío, por favor!)

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