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Rititi

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INÍCIO

  • asi pues voluntad del pueblo o voluntad

    “Así pues, ¿voluntad del pueblo o voluntad de Dios? Mientras prevalece la voluntad de Dios, la democracia no penetra, ni en términos de exportación (territorial) ni en términos de interiorización (donde quiera que el creyente se encuentre). Y el dilema entre voluntad del pueblo y voluntad de Dios es, y seguirá siendo -por robarle un título a Ortega y Gasset- el tema de nuestro tiempo.”

    Giovanni Sartori, Premio Príncipe de Asturias de Ciencias Sociales

    (Discurso completo)



    Por Rititi @ 2005/10/22 | 7 comentários »

  • Bino says:

    Acho mal que ninguém, até agora, tenha vindo comentar este post. Deixarem a miúda sem comentários, não se faz. Normalmente qualquer blogueiro esforça-se em postar no seu blog, roubando tempo à sua própria vida. O mínimo que podemos fazer, enquanto leitores, é retribuir com um comentário. Ainda que seja, como neste caso, um humilde e banal comentário, sem um mínimo de contribuição para valorizar o que se escreveu no post (que aliás nem sequer li na totalidade).
    Seja como for, força Rititi. Conta comigo e com a minha solidariedade blogueira para te comentar, quando todos se esquecerem de comentar os teus posts, mesmo os teus amigos(eu que o não sou, pois não nos conhecemos de lado nenhum).
    Mas porque entendo que qualquer post, merece um comentário nem que seja por respeito.
    Hasta la vista e felicidades.

  • Amator says:

    De como o poder religioso se tenta sobrepor ao poder político, viciando a democracia.

  • xylophóros says:

    Mas, importarmos democracia, de onde?…
    Dos States, porque tem mais qualidade?…
    Da China, porque mais barata?…
    Do Japão, porque mais avançada?…
    Do Brasil, porque mais alegre?…
    De Angola, porque mais decepada?…
    Do Iraque, porque mais anarca?…
    Da Rússia, porque mais espaçosa?…
    De Macau, porque mais saudade?…
    De Timor, porque mais pequena?…
    Do Mónaco, porque mais chique?…
    Do Ruanda, porque matar é a única profissão?…
    Do Zimbábue, porque tem Mugabe?…
    Da India, pelos muitos deuses?…
    Do Afeganistão, porque não existe?…
    De Israel, porque tem o muro?…
    Da Palestina, porque está do lado escuro do muro?…
    Da Finlândia, porque fria?…
    Da Nigéria, porque quente?…
    Da França, porque resistente?…
    Da Espanha, porque vêm aqui às compras?…

    Importar/exportar democracia?…
    De onde? Para onde?…

    Permite-me uma metáfora: como nos perfumes, a democracia foi-nos oferecida num frasquinho muito pequenino. Como amostra. Pra ver se gostamos. E gostamos. O pior, pior, é que já não temos dinheiro para comprarmos o frasco grande.

    PS: Rititi, no teu texto é citado Ortega y Gasset. Foi ele que disse isto:
    A partir de certo grau de intolerância, o silêncio é a única resposta intelectual.

    PS2: tu sabes do que estou a falar.

  • xylophóros says:

    A piada, Binoc, é fazeres um comentário à falta deles.
    Chegado aqui, foi como se visses uma folha em branco. Ora, já aqui estava qualquer coisa. Que fizeste? Comentaste o não comentário, esquecendo, com arrogância ("… aliás, nem sequer li na totalidade"), o post da Rititi.
    Não o entendeste porque estava em espanhol? Paciência! não escrevias nada.
    Não se comenta o que não se entende. Ou então, comenta-se isso mesmo. O não entendimento.
    Todos entenderiam o teu ponto de vista. Assim, criticando quem não comentou e, pior, sem sequer te dares ao luxo de ler o post original é, no mínimo, grosseiro.

  • Miguel says:

    Como conseguimos ver alguma coisa onde não existe nada?
    Como conseguimos a controvérsia onde existe a nulidade?
    Como conseguimos viver num pais e não o pensar?
    Estamos tão cheios de nós próprios que temos medo de olhar para nós e não queremos olhar para os outros.

  • bonifaceo says:

    Nos países Muculmanos talvez a religião seja demasiado levada a letra, de forma até mesmo fanática e doentia. Mas nos países Católicos, ou Cristãos acho que já não há assim tanto domínio da Igreja, acima de tudo da Igreja e não da religião em si.

  • UGAJU says:

    Eso es errar el tiro. ¡El pueblo es Dios!

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