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Rititi

Rititi

INÍCIO

  • momento gina ai eu e que bem que estou

    MOMENTO GINA: AI EU, E QUE BEM QUE ESTOU

    Sem necessidade de mamocas saltitonas na televisão, gritinhos histéricos, toma-toma gaja que tu gostas, sim-sim meu macho potente, ufa-ufa que bom que tu és Jimmy ao som da música e orgasmos plastificados. Nada. O potencial não está no tamanho de um pirilau anónimo, na inveja da duração do coito entre um canalizador bronco e a loira recauchutada ou a impressionante verga de um actor de terceira categoria. Sem mais estimulação que a vontade de ser feliz com a mão ou um brinquedo bonito. Já está.
    Obrigatório para a sanidade mental e física do mulherio sem complexos de cama e de rua. E uma boa prenda para a noite de Natal. Nós agradecemos.



    Por Rititi @ 2005/12/22 | 9 comentários »

  • bonifaceo says:

    Até têm umas cores vivas e tal, na moda, algo que as mulheres levam muito em atenção.

  • André Carvalho says:

    Boas Festas! Deixo aqui o meu breve vídeo de Natal.

  • Jó Carvalho says:

    Festas Felizes e Bom 2006.

  • t. says:

    Mulher descomplexada… Mulher feliz!

  • xylophóros says:

    Como com os olhos, antes do resto. Como quem diz, imagem antes do texto. Confesso que me enganei:

    1º – Ao olhar prá imagem, pensei que irias falar sobre uma certa paisagem de um certo Oeste, de uma certa América.

    2º – A ser verdade, um dos cactos seria "normal": verde, portanto.
    O outro, não: rosa??!!… então, só pode ser um cacto gay – ainda por cima, na terra do tio Sam!… Não é lá que fica a indústria dos impossíveis?…. Ai pensavam que era só no Entroncamento?!…. Então não estão a par das "tendências"?!… "Ele(a)s" andem por aí!…Poooiissshhh!…

    3º – Qual paisagem amaricana qual quê?!… Cactos a sair de latinhas?… Então agora já saem cactos de latinhas?!….
    Poisé verdade, os cactos não saem de latinhas.
    Claro! podem sair de latinhas, sim senhora: cactos de conserva!… Comáqueles pepininhos pequeninos que vêm (os pepinos pequeninos também vêm. Por muito estranho que pareça.) dentro daqueles frascos.
    Por falar em enlatados: hoje em dia, o que é que ainda há que não seja enlatado?… Como?!…. Eeeuuu???!!!!… Ó Noémia (de não é minha), traz-me aqui o abre latas, sefashavor. Tu podes vir também.

    4º – Alto! há qualquer coisa escrita na lata. Ora deixa cá ver…

    5º – Exacto!…

    6º – É prós apanhados!…

    "Love yourself". Autoqueca, digo eu, que não me dou bem com a lingua (cruzes! nem com o resto!) de sua magestade.
    Pois eu estou (já me doi o cu de não estar) de acordo contigo, Rititi: este brinquedo – repara no seu desenho ergonómico (enquanto o "indicador" leva/traz o recado a Garcia, o "polegar", vai "conversando" tulátucá com o mexilhão, o que deve dar uma mariscada do caraças! – é, de facto, uma autêntica maravilha (não sou eu que o digo).
    Comparado a este invento, só a invenção da sanita. E, atenção, que há mais parecênças entre ambos, do que se julga.
    Portantos, pá, estamos no Natal, pá, vamos lá todos a ofertar destas prendas às nossas mulheres.
    Eu já comprei algumas.

    PS: a minha mão direita, é um primor de técnica; de rapidez; de arreganho; de força; de ousadia; de querer; de crer; de poder; de foder.
    A minha mão esquerda, pelo contrário, carece de técnica, porém, o seu desacerto é acertado; lenta, porém, suave; medricas, porém, de diálogo; frágil, porém, ágil; tímida, porém, meiga; preguiçosa, porém, persistente; descrente, porém, optimista; subalterna, porém, humilde; fodilhona, porém, eterna virgem.
    Assim sendo, aqui temos algumas das razões porque não nasci só com a mão direita. Ainda bem.

    PS2: Bom Natal, Rititi, para ti e para os teus. Que a tua melhor prenda seja felicidade. E ela cabe num embrulho tão pequeno, Rititi!…

  • AA says:

    Boas Festas Rita!

  • Objectivo says:

    Para quê plástico quando o original é bem melhor?

  • amelia says:

    Eu cá prefiro o de plástico. Está sempre disponível, sei sempre onde encontrá-lo, sempre para meu prazer. Nao tenho de lhe telefonar "Óh, Zé, como é, vens ou não?!" Não tenho de ouvir respostas parvas "Oh Amélia estou com enxaquecas, amor. Hoje não pode ser."… Contínuo a preferir o de plástico. Não está sempre a perguntar "E então, já conseguiste?; Como é, hoje não chegaste lá?!; Com a minha ex não acontecia isto". Continuo a preferir o de plástico: Vem com a medida que desejámos, nõs nos interpela, não nos atropela, não temos que aturar as manias. Liga-se, desliga-se… e pronto! Continuo a preferir os de plástico. Uma ciumenta como eu, não precisa viver com o fantasma da infidelidade: aquele objecto ésó meu, meu e só meu, meu atá ao fim… E depois, como diria a anedota "Por causa da salsicha não é preciso levar o porco todo". Bem, e há sempre tempo para ver a novela. Mas há muitos outros factores que me fazem continuar a preferir os de plástico…

  • Objectivo says:

    Se prefere o de plástico há algum problema consigo, ou com o seu Zé!!! 🙂

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