Terça-feira, Dezembro 13, 2005

El momentazo: La boda entre la millonaria Athina Onassis y el jinete brasileño Alvaro Affonso de Miranda Neto.
Invitados al bodorrio: Entre 750 y 1.200 miembros de la alta sociedad trasatlántica, pijos hípicos, famosos en general, guaperas operados y mucho botox entre lentejuelas.
La buena voluntad de los jóvenes contrayentes: Que los asistentes donaran el valor dinerario de sus potenciales regalos a un hogar para niños abandonados Aconchego de São Paulo.
Recolecta Final: 115.000 Euros
Média por invitado: 95,833– 153,333 Euros

Conclusión: Hay que ser penoso, agarrao, hortera y mala gente. 150 Euros???? Pero qué carajo pensaban regalar a una de las niñas más ricas del mundo? Una vajilla de Ikea? El marco de plata de toda la vida? O quizás el sujeta-libros anacarao en conjunto con el belén de porcelana de la semana fantástica del Corte Inglés? No jodas, Jorge Luis, que igual a uno se le fue el boli y hasta puso 198 euracos de regalo, resultado de muchas semanas de ahorro y noches cenando latas de atún del Champion!! Cutres, más que cutres, ya os vale, panda pijomierdas!!!

4 Comentários:

Na 11:01 PM, Blogger sexlibris disse...

What? Falha-me a matemática, ou tendo sido 1200 os convidados, dá 125€/cada? (Mais ainda se foram "só" 750!)
Anyblá, até há bem pouco morei perto de um antro casamenteiro, e por meio de uma afinidade e conhecimento e intimidade desta com outra, novelo acima e abaixo, chegou-me a inconfidência: no dito (puuhhhhhhh, mas nada ditoso...) antro, há uma sala mais sossegada, e nela têm os noivos-no-more a oportunidade de conferir o conteúdo dos envelopes. O que derrama por estas fofocas travessas é que há sempre uma dose exagerada de envelopes VAZIOS!
Sei haver ali muita gente com todos os encargos do mundo, acrescentados aos encargos de cabeleireiro, boutique, lavagem do carro, e mais não sei porque não me consigo sintonizar..., agora imaginem se estas pessoas ainda tivessem de pagar bilhete de avião, taxi/limusina até ao "antro", aluguer de jóias, aluguer de long dress/tuxedo, coca/hero/pastilhinhas, botox, pagar a um(a) modelo para acompanhar e tirar fotos com, e ainda, SENHORES E SENHORAS, dar prenda a uma multi-pluri-demasiado-milionária? Ka put k a par iu, ela que dê prendas a ela própria... tem até sorte dos convidados não lhe mandarem a conta dos gastos.

 
Na 11:50 PM, Blogger rititi disse...

Tens razão, eu é que inseri mal os dados. Eram 115.000 euros. Vou já mudar!

 
Na 2:05 AM, Blogger sexlibris disse...

A correcção não muda um átomo do apontamento (eufemismo..., antes: APONTAR DE DEDO) moral, esse mantém-se mesmo que os convidados fossem apenas dez ou vinte, e bem maior a contribuição por cabeça. Gastaram muito em koka e tal, e que se fou dam os bons propósitos.
Hoje fui levado (3€) por uma excelente pedinte. Trabalha dia e noite (não dorme), tem um sobrinho órfão na Suíça, e já despachou (pasmem...) 50 000€ para uma operação que vai pôr o miúdo a andar a tempo de passar o Natal com ela. A ser verdade (a bem da minha ingenuidade...), esta deveria ser a responsável pela colecta das prendas na boda da Onassis. É necessário talento também para isto, não basta ser rica ou popular para conseguir chegar ao bolso de alguém. Dúvidas?
Eu larguei 3€ a uma senhora robusta, adrajosa e de pouca higiene. Bob Geldof, se bem que partilhes pelo menos uma característica com aquela personagem, quanto me sacarias?
Bem menos, é verdade, mas bem mais do que me sacaria a Onassis.

 
Na 4:22 PM, Blogger xylophóros disse...

Falha-te mesmo a matemática, sexlibris:

115 000 : 750 = 153.334 Euros

115 000 : 1 200 = 95.834 Euros

Há apenas um pequeno desacerto em relação à terminologia, digamos assim - 3 não rima com 4 - mas, creio, as calculadoras ainda são falíveis.

Mais, a minha avó faria assim:

Ela de um lado da "manjedoura" matrimonial e o meu avô - quem era, avó, que não me lembro?... - do outro, pegavam naquela massa toda, dividiam em montinhos iguais e astravam e estreavam a colcha nova que foi comprada pr'aquele dia especial na loja do tio Jaquim da Ermida.
Depois, cada qual do seu lado da "barricada" conjugal, apagavam a lâmpada de 5 "velas" comprada na loja do tio Jaquim da Ermida, acendiam e incidiam os seus olhos naquelas pequenas rações de felicidade espalhadas naquele pedaço de enxoval e, com toda a luz dos seus olhares, contavam meio por meio, montinho por montinho, nota por nota, até chegarem a uma conclusão: em cima daquela colcha comprada na loja do tio Jaquim da Ermida, estavam 95 montinhos de Euros e ainda sobravam, pra cada montinho, 83 cêntimos.
Seria assim que a minha avó mais o meu avô (quem era, avó?) fariam as contas. Certas. Em Euros. Se uma qualquer máquina do tempo inventada por Kubrick, os trouxesse a fazer-me uma visita por este Natal.
Se assim fosse, levá-los-ia ao cinema. Não seriam necessárias legendas. Por isso, nada melhor que o "2001 Odisseia no Espaço".
A minha avó assustar-se-ia com tanta luz. O meu avô, não faço a mínima ideia.
Para quem a saudade não passa de um mero adereço sentimental, até que não era mal pensado um Natal assim....
Vamos a isso, Stanley?... Ah pois, tu não estás cá!...
Esquece!... J'agora, já te cruzaste com a minha avó?...
Olha, ela tem os cabelos completamente brancos, é alta, imponente, os olhos são da cor do nevoeiro....


PS: daquele dinheiro, conhecendo-a como a conheço, a minha avó não daria um chavo a ninguém: com ele, compraria melhores lâmpadas na loja do tio Jaquim da Ermida. O que sobrasse, escondia-o entre o colchão e o ripado. Dizia ela que o futuro a Deus pertence.
Aquele gesto, era a prova disso mesmo.


PS: quando dou "esmola", só a dou depois de olhar para a "fotografia". Depois, não penso mais nisso.

 

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