PÂNICOS
Já que estamos numa de confissões em cadeia (manias, músicas no I-Pod, empregos ou paises do mundo visitados), porque não entrar nas profundezas da alminha, de perdidos al rio, chacha, e assim ficamos todos mais íntimos. Quantifiquemos os pequenos pânicos viscerais, daqueles que passam à categoria de pesadelo recorrente por obra e graça da psicanálise e do cagaço que todos temos a fazer o ridículo
Estes
- Arrotar numa reunião com um cliente. Expulsar gafanhotos no almoço familiar com a avó do meu marido. Mandar um traque no metro. Cheirar a pessoa em ambientes fechados. Em definitiva, o pouco controlo dos fluídos e forças internas e as suas implicações sociais.
- Ter um furo. De noite. Sem bateria no telemóvel e um tusto na carteira. Estar a onze quilómetros do telefone de urgência e, que aliás, esteja estragado por vandalismo. E pior de tudo, na autoestrada do Alentejo. E que toda a gente me diga que a culpa é minha por não ter pneu sobresselente.
- O confronto com a refrescante juventude
- Galinhas. Têm bicos assassinos. E cheiram mal. E mais nada.

6 Comentários:
Querida Rita,
Vou tentar. A versão soft.Claro.
Beijinhos
Já fiz. Não são pânicos que se vejam, mas foi o que se poude arranjar.
Beijinho
Olha, e eu que pensava que era a única mulher aterrorizada pelo ponto número um. E ter o azar de o médico de serviço ainda por cima ser um pão... Até já sonhei com isso!
Querida Titi, já fiz. :)
estou feita (mas nunca morta). :)
ah, e a de me magoar e ir parar ao hospital com a depilação por fazer tb a partilho, btw.
e qual é o meu papel?
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