Este site foi concebido para ser visto num browser dentro dos limites da caducidade: infelizmente não é o caso do seu. Assim, a sua experiência de navegação será seriamente afectada. Sugerimos a instalação de um browser mais séc. XXI, se lhe for possível: http://www.mozilla.com/firefox . Mas qualquer outro serve.

Rititi

Rititi

INÍCIO

  • premio vai ao cu ti o estado portugues

    PRÉMIO VAI AO CU A TI: O ESTADO PORTUGUÊS, EM GERAL

    É o que dá viver em Madrid e não ser fufa, a minha atenção dispersa-se, oyes. Vai daí e leio no Arte da Fuga que o Estado português exclui o sangue dos homossexuais dos bancos de sangue, porque pelos vistos os maricas são demasiado badalhocos, chupapiças, pouco fiáveis, de risco. Pergunto-me se as fufas também entram nestes “homossexuais”. Já agora, como é que os tira-sangue sabem quem um gajo é gay? Será que põem à traição canções da Barbra Streisand? Há um inquérito de discotecas favoritas? Quem falar da Doris Day não entra? Só dúvidas que matormentam, coño.
    Aproveito a oportunidade para propor ao Estado português uma lista de indesejáveis a quem proibir dar a veia, mais de acordo com a realidade da nossa querida pátria.
    – Camionistas
    – Engravatados que só vão “beber um copo” ao Elefante Branco
    – Senhoras entediadas que gostam muito do professor de ténis
    – Pais respeitáveis que combinam com amigas do chat
    – Porteiros de discoteca
    – Estudantes do programa Erasmus
    – Papa meninos do Parque Eduardo VII
    – Metade do Bairro Alto um sábado
    – Gajas que vão a despedidas de solteira
    – Os strippers das despedidas de solteira



    Por Rititi @ 2007/05/17 | 17 comentários »

  • leo says:

    fónix… tou prá minha vida
    mas afinal onde está isso escrito? e tenho as mesmas dúvidas, como raio sabem eles quem é maricon?
    por acaso até tenho amigos gays que são dadores, vou já avisá-los que são de risco, que é melhor deixarem-se disso.
    k palhaçada…

  • Carlota says:

    Eles sabem porque perguntam mesmo… E perguntam ainda outras coisas, como por exemplo se trocou de parceiro nos últimos 6 meses. Sim 6 meses… Parece-me que exclui logo mesmo que seja usada protecção. Enfim…

  • Ck in UK says:

    Genial. Tens tanta razao. E de facto uma vergonha, e coo raio e que sabem que e e quem nao e?

    Sim, e o sangue nao e testado depois de ser oferecido? E pela cara que se ve quem anda a meter sabe-se la o que em quem?

    Valha-me N Sra de Fatima, pa!

  • Maria Vinagre says:

    OLÉ!

  • Filipa says:

    Efectivamente eles perguntam. Nas costas do questionário que nos é dado, estão uma lista de factores de risco que incluem já ter alguma vez consumido drogas por endovenosa, ter tido relações a troco de dinheiro, ter tido relações homossexuais se for homem (sim, está lá mesmo o se for homem e não há prazo de tempo) e outras coisas.
    Entre essas o ter trocado de parceiro nos últimos 6 meses. Mesmo com protecção, mesmo que tenha sido há 5 meses e 3 semanas. Se for 6 meses e 1 semana já deve dar. E asseguro-vos que o senhor médico recusa mesmo.
    A médica que me atendeu até me assustou… ia começar a medir-me a tensão, estava a fazer perguntas e quando lhe respondi foi extremamente abrupta a retirar o aparelho. Senti-me como uma miúda de escola a ser repreendida.
    Claro que qualquer pessoa pode mentir. E a análise que é realizada pode ser falível.
    Mas continuo sem perceber a cláusula das relações homossexuais.

  • Quintanilha says:

    Vão a um hospital e perguntem aos doentes se em caso de necessidade, preferem receber sangue de um homossexual ou de uma pessoal normal!

  • Minerva McGonagall says:

    Eles devem pensar que os gays andam com uma placa a dizer "sou gay".

    Imbecis de merda… como se os hetero fossem todos fontes de pureza, e os homo bichos imundos!

  • Klatuu o embuçado says:

    Isso da auto-sodomia estatal… também é capaz de ser hemorrágico…

  • rititi says:

    O que alucina deste disparate é associar o risco à homossexualidade. Riscos há muitos, já dizia o outro. E perguntar: você é gay é (pelo menos em Espanha) inconstitucional, como perguntar se um gajo é católico. Chama-se descriminação pela orientação sexual. O que me leva a pensar que Portugal ainda está muito longe dessa modernidade que de tanto falam.
    E já estou como a ck: então os gajos não fazem testes ao sangue? E como diz a Filipa, um gajo pode mentir. E a Carlota refere muito bem a possibilidade da protecção.
    E só uma palavrinha para esse comentador chamado Quintanilha: o que é uma pessoa normal?
    Beijinhos Leo (segunda não fui a San Isidro, estava morta) e a todos em geral!

  • Sininho says:

    uma perguntinha…. sim sou hetero… sim levo no cu… sera q posso dar sangue?

  • rititi says:

    Catarina, ahahahah!!

  • filipa says:

    erasmus não vale!
    e erasmus+sodomia?

  • Joorusso says:

    Que um raio acabe com paneleiros e paneleiras.
    Dar sangue? Só entre eles… que isto da peçonha pega-se.
    Imaginem só o gosto de dar umas boas pranchadas com uma mulher ser,após transfusão de sangue paneleiro, substituído pela vontade de mandar a picha à merda!
    Só de pensar dá vómito!
    Notem bem: o risco é ficar paneleiro(a)!

  • Luís says:

    Excelente. Vou copiar. Obrigado à carlota pelo testemunho.
    Quintanilha, vá você.

  • exactamente says:

    Em contraponto, vi, há mais ou menos 5 anos, uma carrinha de colheita de sangue à porta do Festival Sudoeste o que revela que em não há dúvidas que escolher dadores é com eles.

  • Citadina says:

    Como habitualmente, brilhante a desmascarar episódios vergonhosos através de humor de alta qualidade. Parabéns pelo serviço público e obrigada pelas gargalhadas que me proporcionas. E se isto te parecer graxa a mais, pensa que é natural! Afinal para que servem as caixas de comentários?! Entre insultar e engraxar… Não, a sério, sabes que gosto do teu blog (… pronto, não sabes. Mas ficas a saber).

  • hey says:

    Hello, its fastidious post concerning media print, we all be familiar with media is a great source of information.|

  • Leave a Reply

    Your email address will not be published. Required fields are marked *