ATLÂNTICO DO MÊS, OU A DÉCIMA VEZ QUE ESCREVO SOBRE A LETIZIA

".... Já a Letizia Ortiz, senhora de Borbón e Princesa das Astúrias, aparece sempre trombuda, com um ar manifestamente antipático e não só distante como incómodo. Um frete de mulher que se veste com conjuntos de solteirona virgem e cuja imagem afasta uma Espanha que desde que se constituiu como Estado sempre se mofou da realeza e que encontrou nesta jornalista um alvo perfeito para maldizeres e canalhadas várias. Talvez a culpa nem seja dela, mas sim de uma Casa Real demasiado presa no Protocolo e confusa nas formas como uma futura rainha se deve comportar em público. Um disparate como a calaram, uma perfeita idiotice aquele beijo na face no dia do casamento, uma castração do mais cruel como lhe cortaram o cabelo, lhe desceram a bainha das saias e lhe podaram a espontaneidade que só beneficiava e refrescava a Instituição. Se por um lado tudo isto a inibe de responsabilidades maiores, também é verdade que Letizia não se soube adaptar à crueldade de um povo que tem como portavozes supostos peritos em Casas Reais que não suportam ter entregue a Monarquia a uma divorciada com apartamento próprio, locutores de rádio pertencentes a uma certa direita saudosista dos tempos da águia e a censura mas que não se atrevem a criticar a figura de Juan Carlos e um grupelho de desocupados que enchem estudos de televisão para difamarem a honra, o bom nome e reputação de uma mulher que o único que fez de mal foi casar por amor..."
Etiquetas: crónicas da Revista Atlântico

3 Comentários:
mas q esta sempre de tromba, la isso esta!
verdade verdade, deve ter sido o unico mal mesmo
assusta a moça... sempre mal disposta
Enviar um comentário
<< Home