Domingo, Novembro 25, 2007

QUE SE FODAM OS ANOS 80


(um site para gente que ainda não se recuperou do trauma)


E os cabrões dos japoneses psicopatas que inventaram didácticas e alegres séries para as crianças da nossa geração. Se Marco é um claro exemplo da banalização do mal, então que contar de Candy Candy? Que tipo de desequilibrados contratavam nos estudios de anime do Japão? É que não havia mais putadas que inventar para a desgraçada da miúda? Quantos capítulos de mortes, separações, amores desencontrados e traições pode aguentar uma mulher? Tens toda a razão, Rodrigo, muito bons somos nós da cabeça.

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3 Comentários:

Na 7:30 PM, Blogger Rita disse...

Juro que até há bem pouco tempo tinha um pesadelo com uns desenhos animados que o Vasco Granja passou. Eram uns todos alinhados lado a lado que iam dando cotoveladas até que o último caía no precipício. Era só isto. Até caírem todos. Foda-se! Isto faz-se a alguém?

PS: E o jackie? As atrocidades? E o Conan? Mas sim, o Marco e a Candy Candy, o que eu chorei quando morreu o antónio, eram os piores.

 
Na 1:41 AM, Blogger Isa disse...

podes crer, somos até sãos demais... e a Clarinha da Heidi? Por amor de deus...

 
Na 12:27 PM, Blogger RAF disse...

O pior dos piores era mesmo a abelha Maia, esse ser repugnante que traumatizou toda uma geração, cujos males graças a deus foram exorcisados no início da juventude, quando correu um calunioso rumor sobre pormenores da sua relação com o maluco do Calimero.

 

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