ww1 experiences of english soldier this
WW1- Experiences of an English Soldier
Uma ideia brilhante!
Por Rititi @ 2008/03/31 | 2 comentários »
rititi educa o povao musica classica iv
RITITI EDUCA O POVÃO – MÚSICA CLÁSSICA (IV)
Audrey Hepburn – Moon River
Por Rititi @ 2008/03/30 | 1 Comentário »
metendo so um bocadinho de nojo acho
Metendo só um bocadinho de nojo
Por Rititi @ 2008/03/29 | 2 comentários »
razoes para ignorar um blogue gerona
RAZOES PARA IGNORAR UM BLOGUE
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Gerona .
E amanha, almoço no Celler de Can Roca, duas estrelas michelin. Meto nojinho, já sei.
Por Rititi @ 2008/03/27 | 2 comentários »
leitura para uma sexta feira santa e
LEITURA PARA UMA SEXTA-FEIRA SANTA

Por Rititi @ 2008/03/21 | 5 comentários »
nos encanta querido don jaime de
NOS ENCANTA
Somos -nos casos de realeza e pedigreepal a Rititi fala de si própria em sentido magestático – super a favor que leves aos touros o pequeno mas prometedor Felipe Juan Froilán de Todos los Santos de Marichalar y Borbón, Grande de España, filho primogénito da Infanta Elena e quinto na linha sucessória ao trono de Espanha (na foto). Deixa, não ligues às críticas dos exaltados do costume e dos costumes, sempre tão impressionáveis com a imagem de um pai a partilhar com um filho o gosto pela Arte num ambiente onde ninguém se ataca com navalhas, ninguém atira garrafas ao guardarredes, ninguém espera o adversário de sol lá fora para resolver problemas de pilinha. Porque dez anos já é idade mais que suficiente para começar a aprender sobre os espectáculos tauromáquicos sem que a criatura em causa fique traumatizada, apaneleirada ou doente das sensibilidades interiores. Ainda estou por perceber a associação entre o desequilíbrio mental e a psicopatia com a assistência a corridas de touros, por muito que as autoridades públicas insistam em evitar-nos a infelicidade à base de intromissões em futilidades como estas.
Por Rititi @ 2008/03/19 | 1 Comentário »
musicas para o rititi boy iii camaron
MUSICAS PARA O RITITI-BOY (III)
Camarón de la Isla – Sevillanas
Se o meu filho perceber a importância deste homem para a cultura universal, já me dou por satisfeita. Depois Bach, Mozart ou Beatles já entrarão sozinhos.
Por Rititi @ 2008/03/18 | 3 comentários »
momento gina um novo amor llega lo chic
E ante tanta sabedoria, apresento aqui a minha vénia a Bob Pop, cronista e blogger do mundo hipânico e a nova referência viperina do Rosa Cueca para um mundo à beira de um ataque de piroseira e estupidamente nivelador pela mediocridade, carente de imaginação ou irreverência e cada dia mais sóbrio, puritano, assexuado e medroso. Alguém tem que nos salvar desta seca, credo.
Por Rititi @ 2008/03/17 | 1 Comentário »
rititi educa o povao sextas feiras com

A partir de hoje, todas as sextas-feiras e porque estava a ver que andava com tempo a mais, temos crónicas da vossa Rititi na nova Plataforma PNET MULHER. Um mundo cor-de-rosa, coordenado pela Maria do Céu Brojo, onde escrevem, além desta ídola universal, Ana Anes, Marta Botelho, Mónica Marques (a giríssima autora do estupendo Sushileblon), a nossa “sem pénis nem inveja” Teresa Castro, Paula Capaz e a minha coisamaislinda, a grande Sofia Vieira.
A minha primeira crónica, já on-line, versa sobre o fascinante mundo das creches em Madrid e não está, de todo, destinada às donas de casa que têm meios e maridos que financiem uma maternidade a tempo completo, mas sim a mulheres que saem de casa na terrível madrugada dos dias e não têm mães, sogras ou criadas a quem deixar o ser, que é um bebé, e precisa de cuidados específicos, profissionais e supervisionados. Sim, é o meu caso, desculpem-me o egocentrismo de classe média-baixa.
(Para o tomatame, há a versão com pilinha, o PNET HOMEM, para casos de próstatas maltratadas. Com Rui Pelejão Marques, às quintas feiras. Um must)
Por Rititi @ 2008/03/14 | Sem comentários »
ikea nivelar para vender aqui querido
Depois há gente como eu, que vai ao IKEA de Alcorcón porque é tesa e simplesmentee compra uma estante branca, paga o transporte, tira o dia para esperar a entrega que chegará entre as 10 da manhã e as 7 da tarde (aproximadamente) e quando abre a embalagem…. enganou-se na cor da estante! Horror, é preta!!! E tem que a devolver. E não tem carrinha. Só um telefone de atenção ao cliente que nunca é atendido. Duas viagens ao IKEA por uma m30 em obras, uma reclamação por escrito e quinze dias depois, lá foram dois simpáticos brasileiros a minha casa para apanhar a puta da estante. Primeiro passo superado, agora é só esperar a estante branca. Passados outros quinze dias e porque o cabrão de telefone de assistência não assistia nada, lá tive de voltar ao IKEA. Então e a minha estante branca? Em sua casa, diz a menina fardada atrás do balcão. NÃO!!! Após explicações, mais reclamações por escrito e a ameaça física derivada do meu evidente estado de prenhez consegui fazer-me entender: QUERO A MINHA ESTANTE (ou a devolução dos 250 aurélios). Tábem abelha. Outro mês e da estante, népias. Pergunto-me para que precisarei eu de uma estante e quando já me tinha feito à ideia do minimalismo como modo de vida, pimba, lá atendo o telefonema mágico: hoje vamos levar a sua estante preta. Preta? Mas eu queria o modelo branco! A sério? Palavra de honra, juro-lhe pela alminha da minha gata morta que sim. Mas o cabrão do brasileiro diz-me que não, que me foda, que ou fico com a preta ou nada. E outra vez telefonar para o telefone de assistência ao cliente (e atender é mentira, claro) e outra vez sair do trabalho a correr para ir aos filhodaputadoscabrões dos armazéns suecos de los cojones que estão no cu Judas e outra vez perguntar à menina fardada atrás do balcão se acha se eu sou estúpida (que o devo ser, pois não faço nada mais que gritar e abanar uma factura cobrada há três meses atrás) ou atrasada mental ou se sou simplesmente vítima de um sádico exercício de pós-venda nórdico, basado nos fillmes do Bergman e nos índices de suicídio na Suécia. À minha volta gritam um inglês cuja jugular rebentará em breves segundos, um espanholito com cara de veraneante na Figueira da Foz, um casal de fufas despenteadas e uns velhinhos com pinta de terem sido muito pacientes até esse momento.
O IKEA tira muita gente do sério, com a política de faça você mesmo, da nivelação democrática por baixo, do todos podemos apresentar um programa de bricolage graças aos estupdendos manuais de montagem, das meninas fardadas que nos tratam como uma estúpida superioridade dada pelo computador e o “sistema diz que não”, do telefone de assistência onde se reclama por monossílabos e pela igualdade por catálogo. A minha estante, já agora, uma semana depois chegou a casa, onde foi montada por um voluntarioso Mr. Pinheiro aos pontapés contra as peças de contraplacado. Nunca mais voltei ao IKEA e preferi procurar lojas de bairro, mais caras e mais lentas, onde não me dêem um pontapé no cu cada vez que tenho um problema com o suposto eficaz sistema de venda. O meu objectivo está posto nas exclusivas lojas do Bairro de Salamanca, mas até lá também não preciso que tratem como uma besta suburbana. Até porque o IKEA é mais barato, mas não é grátis e a mim custa-me muito ganhar o meu parco ordenado.
Por Rititi @ 2008/03/13 | 9 comentários »


