VIDA DE PRENHA: AS AULAS DE PREPAÇÃO PARA O PARTO (I)
Fantasia - A Dança das Horas
Ora então é basicamente isto, uma dúzia de gordas em fato de treino, de cu para o ar, arfando que nem cadelas e a tentar executar uns exercícios de elasticidade para velha caquéticas enquanto partilhamos informações sobre a dilatação, o fluxo vaginal, a depilação anterior ao parto, a incontinência ou a importância das bolas chinesas. Isto promete.
Etiquetas: VIDA DE PRENHA

6 Comentários:
Eu nunca fui a nenhuma dessas aulas, mas já ouvi a alguém que foi dizer que, na hora "H", de pouco serve a teoria...e que, na prática, são os nossos instintos que nos valem.
Venha de lá então uma série!
Presumo que se lá vais é porque te sentes bem.Deixa de ser resmungona.
Um comentário em resposta a uma pergunta mais abaixo:
Não sendo daquelas pessoas hiperbólicas, que acham que tudo tem que parecer imenso para ser importante, afirmo que o amor maternal não é automático e principalmente não é imediato. Quando nasceu o meu primeiro, fiquei, no acto, à espera daquela onda de amor avassalador de que tanto falam - e nada. Há um imenso sentimento de responsabilidade e um enorme instinto de protecção. Mas também um sentimento de "estranheza": mas quem é este ser que depende inteiramente de mim? Apesar de o ter tido cá dentro durante 9 meses (ou quase), agora não faço ideia de quem ele é e, pior, o que quer de mim. Mas como seres genéticamente programados que somos engolimos as incertezas e desatamos a tratar daquela mini-pessoa desconhecida. E o amor - avassalador, sim senhora - desponta nessa interacção, enquanto cuidamos. No fundo é como qualquer outra paixão: ao fim de 3 meses estamos irremediavelmente, loucamente apaixonadas. Com a diferença de que esta paixão não esmorece nunca.
eu de 3 filhos nunca pus os pés nessas coisas mas não sou tão irresponsável que lho recomende...
até pq isso nos privaria de uma excelente série.
felicidades
Eu frequentei essas aulinhas e na hora H sai-me muito bem porque estava muito concentrada em "contar velinhas" ou cantar o "Frere Jacques", tao concentrada que a coisas de respirar enquanto doi, fazia com que doesse menos. Eu gostei muito. E aprendi a fazer a força necessaria no sitio certo da barriga e em 4 "puxoes" a miuda estava cah fora. Foi hora e meia de trabalho de parto, desde contraçoes manhosas a expulsao, nada mau para primeiro filho! Sou uma sortuda.
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