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Rititi

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INÍCIO

  • mais mamas mujer barbuda de jose de

    MAIS MAMAS


    Mujer barbuda de José de Ribera, el Españoleto (1631)

    Cada um sabe de si, pela Sofia Viera.
    Oferecê-las de bandeja ao meu gajo pela Gata Christie.
    Mamadas, pela Shyznogud
    O bem do bebé, pela Sara



    Por Rititi @ 2008/09/26 | 5 comentários »

  • Maria says:

    Olha, eu até concordo contigo e com os posts que indicaste em link, mas tambem tenho que entender a parte dos profissionais que apelam à amamentação em exclusivo. Tenho um bebe (já não tão bebe assim) que aos 10 dias de vida teve que tomar suplemento, tinha perdido muito peso e não havia meio de o recuperar)e aos quinze dias de vida (véspera de reveillon de 2006) teve que ser internado na Maternidade por motivo de alergia à proteina de leite de vaca. Apesar de presar muito a minha independencia e de achar que pelo facto de sermos mães não deixamos de ser mulheres (é um crime com umas mamas daquelas não termos tants disposição para o sexo, qualquer excitação provoca o gotejar do leite, o que inibe a mais sensual das provocações). Mas apesar de tudo, se houver uma proxima gravidez, eu vou fazer tudo para amamentar, porque o potencial de alergia é tanto menor quanto mais tarde for introduzido o leite de vaca (sim, o S26 tem leite de vaca, todos os leites tem e foi precisamente o S26 Gold que dei ao meu filho)

  • Ck in UK says:

    O que eu acho incrivel e que quando eu comecei o meu blog ja havia uma serie de polemicas destas na blogosfera. e 3 anos depois a questao da amamentacao continua a gerar guerras. Porra pa, cada um que mande nas suas mamas e deixe as mamas das outra em paz. E mais, que nao tem mamas nao tem direito a mandar bitaites sobre estas coisas, que eu tambem nao mando bitaites sobre exames a prostata e coisas que tal…

  • Pátuá says:

    As mamas são minhas e os filhos também, por isso mando naquilo que é meu.
    Essas fundamentalistas dos lacticinios maternos que vão mandar nas tetas delas e deixem de nos crucificar.
    Sou mãe de dois filhos, amamentei-os enquanto pude e quis.Do 2º fiz o desmame aos 5 meses porque ia trabalhar e não me estava a ver a andar com bombas e biberões e frigorificos, a reboque.
    Dei-lhes as minhas mamas enquanto foi um prazer, deixei de as dar, quando isso se ia tornar num inferno.

    Beijinhos e bom desmame

  • luense says:

    Olá,
    Sou mãe de 3 filhos que já estão longe de ser bebés. Fui mãe cedo e confesso que fiz quase tudo intuitivamente e nunca liguei muito ao que me diziam porque sempre achei que cada um sabe de si e (continuo a achar) que ninguém conhece melhor os nossos filhos que nós próprias. Amamantei todos por peróodos de tempo diferentes tendo conseguido beneficiar mais uns que outros. Sempre valorizei a minha liberdade acima de tudo mas quando fui mãe aprendi a valorizar também a liberdade dos meus filhos dando-lhes o direito de mamarem tantas vezes quantas quiseram durante o tempo que quiseram. Não encarei a amamentação como uma privação porque sempre soube (e hoje melhor que então) que a minha liberdade passa essencialmente pela liberdade de escolha. Adorei amamentar e, olhando para trás, lembro-me de momentos irrepetíveis de extraordinária felicidade que experimentei quando os meus filhos adormeciam no calor do meu colo completamente entregues à segurança que a situação lhes transmitia. Foi-me possível passar por esta experiência de uma forma saudável, sem nervosismos consequentes de noites mal dormidas ou tristeza por não sair. Saí sempre que me apeteceu, com os meus filhos, sem biberons, pondo as mamas de fora independentemente das susceptibilidades alheias para lhes dar de comer sempre que precisei. As saídas à noite recuperei-as mais tarde e continuo a sair sempre que me apetece. O meu corpo recuperou bem e a minha vida sexual manteve-se activa durante todo o processo. O charrito e as vodkas continuam bem, muito obrigada, mais o resto que me apetece de vez em quando.
    Agora são quase adolescentes, começam a ter maminhas, pêlos nas pernas e a cheirar mal dos pés e em breve vão deixar de me ver como a mulher mais linda do universo e depois começarão eles próprios a seguir com as suas vidas. Aqueles 18 meses de gravidez e amamentação parecem-me agora insignificantes no meio de vidas inteiras e das noitadas todas que tive oportunidade de gozar sem preocupações até hoje.
    Sei que não é fácil este distanciamento quando nos sentimos presas dentro das nossas frustrações mas se a racionalidade ajuda então pensa que esse bebé vai ser uma criança, um adolescente, um jovem e um adulto potencialmente mais saudável se o amamentares sem preocupações. Não precisas de justificações para continuar a amamentar assim como não precisas para deixar de o fazer. Cada um sabe de si e não vale moralizar sobre quem optou por amamentar os seus filhos nem avaliar o nível de liberdade de quem o fez. Há quem o tenha feito sem ser beata ou ortodoxa da maternidade – fê-lo simplesmente porque deu um prazer do caraças!

  • luense says:

    Esqueci-me de dizer que quando a crença em deus ou isso é nula é muito mais difícil desresponsabilizarmo-nos de algumas coisas. Se cientificamente está provado que o leite materno, se for bom, é melhor para os nossos filhos então porquê privá-los dele enquanto o tivermos? E bom mesmo, era vivermos numa sociedade em que não nos sentíssemos menos livres nem nos fosse cobrada a silhueta perfeita que nos atormenta mesmo quando não está ninguem a ver… Enfim… liberdade? A minha fica seriamente questionada quando me fazem prisioneira do trabalho e do dinheiro e me fazem correr de um lado para o outro para conseguir sustentar uma casa tirando-me o tempo necessário para que eu continue a ser eu e a pensar como eu. Mas esse é o passo seguinte.

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