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Rititi

Rititi

INÍCIO

  • o top 15 das series que deram

    O TOP 15 DAS SÉRIES QUE DERAM CONSISTÊNCIA À MINHA VIDA

    - Verano Azul
    - The Sex and the City
    - The Sopranos
    - Buffy
    - The Simpsons
    - Friends
    - Northern Exposure
    - Seinfeld
    - The Wire
    - Twin Peaks
    - 24
    - Moonlighting
    - Frasier
    - V
    - South Park

    E passo esta nova e entretida corrente aos bloggers que se seguem:
    - à Carla (vai mais uma reacçao?)
    - ao Pedro Correia (obrigada pela nomeaçao!)
    - à Pipoca
    - à Miss Pearls
    - ao Rodrigo Moita de Deus
    - à Miss Spring




    Por Rititi @ 2009/04/30 | 2 comentários »


    oficialmente rendida aos encantos de

    OFICIALMENTE RENDIDA AOS ENCANTOS DE CARLOS BOYERO

    “Prefiero ver el culo de Carla Bruni que la cara de su marido.”



    Por Rititi @ 2009/04/30 | 2 comentários »


    resumo da visita de sarkozy espanha

    Resumo da visita de Sarkozy a Espanha segundo a imprensa séria

    Carla Bruni desce do aviao, Carla Bruni e o protocolo, o dior de Carla Bruni, os mini-saltos de cinco centímetros de Carla Bruni, o rabo de Carla Bruni, as costas ao ar de Carla Bruni, Carla Bruni e o duelo de estilo com Letizia, Carla Bruni e os olhares malandros do Rei, Carla Bruni tem um secador escondido atrás do pescoço, Carla Bruni e o jantar de gala, Carla Bruni e as Meninas, Carla Bruni no Liceu Francês, Carla Bruni e as poses pedantes de modelo armada em intelectual com guitarra, Carla Bruni brinda como se estivesse num anúncio de champanhe, Carla Bruni é bem gira, Carla Bruni sorri sempre igual, Carla Bruni afinal é de cera, Carla Bruni, Carla Bruni, Carla Bruni, Carla Bruni, Carla Bruni, Carla Bruni, Carla Bruni, Carla Bruni, Carla Bruni, Carla Bruni, Carla Bruni, Carla Bruni, Carla Bruni, Carla Bruni, Carla Bruni, Carla Bruni, Carla Bruni.



    Por Rititi @ 2009/04/28 | 7 comentários »


    ninguem disse que esta merda era facil

    NINGUÉM DISSE QUE ESTA MERDA ERA FÁCIL

    Noite de sexta-feira e febrite, macaquite, nada de dormite, tossite, mais febrite, caganite, ai fodassite, vamos para o hospitalite, analisete, ai doutorite, afinal, descansem, que era só uma otite, que tome antibiotiquite e, caralhite que ainda tem febrite, e mais uma dosite de xaropite, duas da manhã e nós cheios de sonite, nunca mais faz efeito a porra do remedite, mede lá outra vez a febrite, pelo cu, sim, pelo cutite, e dói-lhe o ouvidite, e eu sei lá, a mim o que me dói é a almite, sete da tarde de segundite e parece que já está melhorzite. Diagnóstico final: um caso crónico de fim de semana fodite.



    Por Rititi @ 2009/04/27 | 8 comentários »


    ansias de liberdade los chichos e um

    ÂNSIAS DE LIBERDADE

    (Los Chichos)

    E um texto antigo (2008) sobre o meu 25 de Abril:
    25 de Abril desde a minha janela

    25 de Abril e está um dia lindo lá fora, numa Lisboa silenciosa, sem trânsito, sem bichas para o autocarro, sem contribuintes infelizes à porta da repartições de finanças, sem funcionários mal-encarados com a vida e a nova reforma do Código de Trabalho. É melhor acordar nos dias de feriado e ir para a praia, para a casa da mãe almoçar um ensopado de borrego ou ficar na cama no namoro, a procurar cantos à pele do outro e deixar o dia e o feriado passar. 
    Nasci um ano depois do 25 de Abril e por muito que leia ou estude sou incapaz de pensar a vida em ditadura, olhando sempre para trás, duvidando do confidente, escondendo livros, pensando em algum irmão morto na Guiné, precisando de autorização do meu pai-marido para comprar um carro. E ouvir vozes saudosas de um passado a preto e branco, vozes que lamentam tempos de morte numa guerra longínqua parece-me horrendo, sinal de gente muito mesquinha, pobre da cabeça e miserável, até. Esta semana, o poeta argentino Juan Gelman recebeu o Prémio Cervantes da Língua Espanhola com um discurso terrivelmente dramático que reivindicava a força da memória contra o terror da ditadura, a necessidade de nunca esquecer a morte de inocentes (na Argentina foram desaparecidas mais de 30.000 pessoas, em Portugal uma geração perdeu-se numa guerra que só interessava a uma pandilha de lunáticos agarrados a uma certa ideia de história) e a urgência do resgate da memória como “único caminho para construir uma consciência civil sólida que abra as portas do futuro”. 
    Da minha janela lisboeta vejo como se congregam gentes lá fora portanto bandeiras, treinando gritos de manifestação de ontem – fascismo nunca mais! -, gentes que recordam os aguerridos sindicalistas dos tempos da reforma agrária. Porque descem a Avenida da Liberdade? Contra que fascismo se rebelam? Que ditadura os assusta hoje? Lembro-me do discurso de Juan Gelman e penso como em Portugal ninguém parece interessado em aprender o que realmente aconteceu ontem, quem venceu a ditadura (os trabalhadores? nem bêbedos!), tirar o véu idealista e bastante infantilóide a aquela manhã de Abril e reconhecer que as consequências dessa ignorância voluntária são nefastas. Sem memória não há consciência civil e Portugal bem que precisa de uma sociedade civil lúcida, liberta das chantagens mediáticas e, sobretudo, da névoa idealista do 25 de Abril. Então sim terá valido a pena que homens como o meu pai tenham saído nos tanques de Estremoz aquela madrugada de Abril. Mas essa, é outra história.



    Por Rititi @ 2009/04/26 | 1 Comentário »


    nesta minha vida de andar para tras e

    Nesta minha vida de andar para trás e para a frente, de saltar fronteiras muito antes de saber de continentes, tradições e regimes políticos, neste ter aprendido a falar em duas línguas ao mesmo tempo, a ter a dois países como pátria e a entender as profundezas de cada um com mais curiosidade que histeria nacionalista, nesta interferência de gente que se descruza na vida de cada um com os seus amigos, gostos, livros, escolhas, devoções e canções favoritas, uma gaja vai aprendendo que não há verdades absolutas, que mesmo que em casa se faça vudu com a fotografia do presidente da Conferência Episcopal espanhola sabemos que às vezes rezar à nossa Senhora do Carrapito até ajuda mais do que as teorias higiénicas do laicismo poderão alguma vez legislar, que desgraçadamente não podemos dinamitar centros comerciais, campos de futebol, Felgueiras e os estúdios da TVI até porque as nossas avós seguem religiosamente as telenovelas cada tarde até bem entrada a madrugada, e aliás, acontece que há gente para tudo, porra, até daquela que tem ataques suicidas quando o Real Madrid empata, não muda de carro desde 1983, quadros de grandes empresas que só lêem livros escritos por apresentadoras de televisão, mães cujo momento alto dia é quando acendem o chribiti de erva assim que deitam os filhos, casais publicamente felizes que se encornam alarvemente e gente que apreciamos e pela que sentimos respeito e admiração social, moral e intelectual que caça perdizes, coelhos, tordos, veados, gamos e javalis nos seus tempos livres, por não falar daqueles que praticam matanças (recordo que ilegais) de porcos com um golpe seco na garganta do bicho que entretanto roja sangue e guincha e sofre horrores sem anestesia e sem que a ninguém, mais além dos burocratas de Bruxelas, lhe pareça incomodar, tal a quantidade de chouriço, morcelas e toucinhos que se enchem os corredores dos hipermercados periféricos, e sobretudo que há mais vida além da suposta burguesia urbana que é de esquerda quando lhe convém defender direitos abstractos e sobretudo longínquos, e por muito confrangedor que lhe possa parecer a esta gente que se imolaria para defender a integridade física do touro, as pessoas que enchemos as praças não somos energúmenos, analfabetos, nem filhos deficientes fruto de casamentos entre tios idosos e sobrinhas boazonas, que duvido que Vargas Llosa, Lorca, o meu pai ou o Joaquim Grave estejam ao nível dos inquisidores do séculos XVI e o que me parece ainda mais triste, de tão patético, é ver a estes iluminados dos direitos dos animais a atingirem orgasmos intelectuais com as declarações, toscas e pouco fluidas, mas profundamente honestas, de gente que vive de e para o touro, que conhece o animal melhor que qualquer organização ecologista sediada em Londres porque precisamente vive com ele no campo, sofre a falta de chuva e a escassez das pastagens, assiste nos partos, está presente na escolha e sorteio das reses para as praças de touros, transporta o animal até ao ruedo e o acompanha durante e depois da morte, quando o animal é esquartejado e enviado aos talhos. Não é desonesto, é directamente estúpido, mas isto sou, claro, que não fui ungida pela sensibilidade do amor ao animal. Deve ser isso.


    Por Rititi @ 2009/04/24 | 5 comentários »


    quanta verdade aparentemente apenas os

    QUANTA VERDADE

    Aparentemente, apenas os homens podem falar de mulheres. Nós devemos apenas fingir que não as somos.
    A Luna, cheinha dela.



    Por Rititi @ 2009/04/22 | 3 comentários »


    un respeto por elvira lindo si todas

    UN RESPETO – POR ELVIRA LINDO
    “Si todas las españolas que han tenido que abortar en su vida dieran un paso al frente, seríamos conscientes de la realidad de la que estamos hablando. En ese porcentaje, sin límite de edad, estarían aquellas mujeres que acudieron al piso de una abortera en los cuarenta; andando en el tiempo, nos encontraríamos con las que fueron a Londres un fin de semana, angustiadas por ser atendidas en una lengua que no conocían, y ya, en los últimos años, tendríamos a las que interrumpieron su embarazo en esas clínicas privadas que hicieron el papel que correspondía a la sanidad pública. Detrás de todos aquellos que opinan a gritos, Iglesia o acusadores espontáneos, hay muchas experiencias dolorosas. Un respeto.
    Esta parte de la historia de las mujeres (tranquilos los que teman que voy a soltar el discursito de “la heroicidad de ser mujer”) está plagada de silencios. Ni siquiera entre nosotras, tan dadas, se dice, a la conversación, se toca el tema. Cada una lleva consigo su secreto, su remordimiento, su alivio no exento de dolor, el rencor hacia quien no estuvo a la altura. Un respeto.
    Es un asunto tan íntimo que el papel del Estado debe limitarse a crear el escenario para facilitar la libertad en esa decisión. Pienso que es algo que entiende la mayoría de los ciudadanos. Sin embargo, me sorprendió que Trinidad Jiménez dijera que el debate está cerrado. Las democracias no tienen jamás debates cerrados. Lo compruebo cada vez que escribo sobre este asunto, defendiendo la ley de plazos, porque recibo cartas sorprendentes. El perfil del que se muestra reticente a esta ley no es sólo el derechista recalcitrante (ya quisiéramos), sino alguien que puede votar al mismo partido de la ministra. Y puedo entenderlo, aunque no lo comparta. Así debiéramos recibir esta ley. Como una opción a que mujeres adultas obren según su conciencia.”


    Por Rititi @ 2009/04/22 | 1 Comentário »


    rititi educa o povao modosfera porque

    RITITI EDUCA O POVAO: MODOSFERA

    Porque saber de moda não é dizer que se gosta de muito de sapatos, porque comprar na Zara aos cabides não a mesma coisa que seguir as tendências, porque ser bonita não basta para parar o trânsito, porque o charme não é coisa que se compre, porque para ser trendy é preciso mais alguma coisinha que a versão feira de Carcavelos de uma mala da Carolina Herrera, porque ir com todas as marcas brilhantes penduradas no corpo é sinal de muito mau gosto e sobretudo porque há muita piroseira no metro, nos escritórios e nas ruas, amigas, por favor, leiam, releiam, lambam e decorem The Sartorialist.



    Por Rititi @ 2009/04/20 | 9 comentários »


    epifanias aos 34 anos uma gaja ja nao

    EPIFANIAS

    Aos 34 anos uma gaja já nao pode andar com merdas: o importante é ser magra.


    Por Rititi @ 2009/04/19 | 4 comentários »