
Vivienne Westwood para uma excursão ao deserto, encontrar o ex-namorado perfeito vestida de Dior num mercado das especiarias em Abu Dabhi, Liza Minelli a cantar Beyoncé num casamento gay com cisnes brancos, um hotel de luxo asiático a roçar o mau gosto, sapatos, jóias, dúvidas existenciais num casamento onde não falta nada, desespero de uma mãe não trabalhadora que tem uma criada interna que não usa sutiã… Um disparate maravilhoso, caro e uma homenagem aos fãs que acumulamos horas da nossa vida a ver a série dias e fins de semana a fio. Sim, é um exagero, uma patetice, um ridículo. E? Ainda continuo à espera de ler críticas de igual intensidade aos filmes do Bruce Willis, onde o gajo é capaz de parar a rotação da terra com a ponta da pila. Pois.
Por Rititi @ 2011/01/10 | 3 comentários »
Não o poderia ter descrito melhor: este segundo Sex and the City é, de facto, um “disparate maravilhoso”
Tem muitos momentos fraquinhos e superficiais, por oposição à constante perspicácia e sentido de humor da série. No entanto, mantém-se o glamour, mantém-se a capacidade de nos levar a sonhar ser princesas vestidas de Chanel.
“Liza Minelli a cantar Beyoncé” .. nada bem informada. A música nem pertence à Beyoncé.

I love it!!!!!!!! So so so much!