Desde quando, Henrique, abortar é um acto de irresponsabilidade? A sério, explica-te, que eu esta não percebi.
Por Rititi @ 2011/09/06 | 18 comentários »
Uff, estava a ver que era a única a quem esse artigo dava arrepios … é toda a gente na blogosfera a adorar o artigo apre (e olhem que eu nem sou a favor do aborto a torto e a direito…)
Não li mas fiquei curiosa de ler…alguém me diz onde?
Tks in advance
alvaquasetransparenet.blogspot.com
Infelizmente, o que se passa no nosso país é que há muito boa gente que não está para se importar com preservativos e pílulas na hora dos calores, e depois usa “métodos” como o aborto ou a pílula do dia seguinte para resolver “a coisa”. Isso é falta de respeito…
O Sr. Henrique Raposo não explica se atribui essa “irresponsabilidade” apenas às mulheres. Quem paga do “seu” bolso? E se o manganão que fez o filho não quer saber, nem contribui? Não se pode ajudar essa mulher, se ela não tiver posses suficientes? Podia ter cuidado, podia. Mas a “responsabilidade” não é só dela, ninguém faz um filho sozinha. Pois, aí é que a porca torce o rabo, a mesma história de sempre: ela, que não tem possibilidades de alimentar o filho, fica sozinha com ele, o manganão já há muito que deu de frosques…
irresponsabilidade é engravidar sem querer, não querendo e não evitando, sendo, portanto, irresponsável. acho que percebeste muito bem aonde ele queria chegar…
Mesmo que o Henrique Raposo seja radical em algumas coisas (na realidade eu acredito que isso tenha a ver com a maneira como ele escreve as coisas, o que leva muitas vezes a que ele seja mal interpretado) eu percebo a ideia dele. O aborto não é para ser “taken lightly”, não é um método contraceptivo. Há uns tempos houve uma reportagem arrepiante sobre mulheres que faziam abortos duas e três vezes. Se isto não é irresponsabilidade é o quê? Eu nem sou contra o aborto mas isto não pode ser tudo gratuito nem tão leve.
Sou demasiado defensor da liberdade de cada um para conseguir estar de acordo com o post do Sr. Henrique.
A vida de cada um é problema seu e não dos outros.
Deixemo-nos, por favor, de falsos moralismos.
As mulheres que enacaram o aborto como método anti-concepcional são uma minoria.
Já agora, sabiam que o número de abortos baixou desde que aprovamos o referendo?
Deve ser pelas mulheres serem tão irresposáveis, não??
Poupem-me.
Não suporto esses moralismos de vão de escada.
Não será mais irresponsável ter uma criança que não se quer, fruto dum acidente? okay, entendo o ponto de vista de deverem apoiar mais a natalidade visto que facilitam tanto o aborto, mas e agora o que tem o cu a ver com as calças? aff.
Ainda pagam a estas criaturas para escreverem estas barbaridades..
A irresponsabilidade não é o aborto; é ter sexo desprotegido. Era a isso que ele se referia. E nesses casos (não falo nos casos em que uma mulher é violada ou em que se detectam malformações no feto), parece-me justo que seja pago do próprio bolso, sim.
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Por essa lógica, a mim parece-me justo que os alcoólicos com doenças hepáticas e os fumadores com doenças respiratórias paguem os seus tratamentos. Ah, e também podemos englobar os feridos em acidentes de viação fruto de excesso de álcool no sangue ou de velocidade. E, bem vistas as coisas, por que não pedir a alguém que partiu a perna a saltar de pára-quedas para pagar o gesso, porque, bem vistas as coisas, o homem foi feito para estar com os pés no chão e quem quer voar, tem que arcar com as consequências.
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Um bebé não é uma doença nem um ferimento grave. Que raio de comparação.
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Pois não, Teresa, para mim, foram a dádiva mais preciosa que recebi. Mas não é assim para todas.
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Efectivamente … não concordo com a ideia do aborto ser um acto irresponsável, por vezes é até a atitude mais responsável a ter. E não me venham com a lógica do “tudo se cria”. É verdade, tudo se pode criar, mas muitas vezes o que realmente importa é perceber que esse tudo diz respeito a uma pessoa que mais que o mero facto de precisar ser criada, importa e muito a forma COMO É CRIADA! É à conta destas ideias preconcebidas que existem crianças abandonadas, negligenciadas que não têm uma infância digna e que se tornam adultos problemáticos, traumatizados e incapazes de saber o que é a felicidade e o amor de um pai ou de uma mãe. Quando me refiro a pai e mãe, refiro-me a quem cria, não a quem concebe. É óbvio que nem todos os “acidentes de percurso” dão origem a filhos negligenciados, abandonados, infelizes ou traumatizados. Há famílias que conseguem dar a volta por cima e mesmo perante muitas e árduas dificuldades oferecem amor e condições para que uma criança cresça feliz e saudável. Mas, a realidade nem sempre é um filme com um final feliz e é bom que tenhamos noção disso. O aborto é uma opção que muitas vezes é tomada com sofrimento mas tendo em mente que por vezes é o “melhor” a fazer. Uma mera opinião, cada um tem a sua, esta é a minha. 🙂
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Não, não é um acto de irresponsabilidade. Pelo contrário.
Não pode é ser gratuito.