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Rititi

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INÍCIO

  • PENTHOUSE DE OUTUBRO: VIVA O PRODUTO NACIONAL

    Nesta altura em que os dias se vão encurtando, os céus se escurecem com promessas de frio e de chuva e que todos começamos a tirar os casacos e as botas do armário, a mim entram-me umas saudades doidas do verão. Saudades das férias. Saudades da praia. Dos biquinis. Dos corpos quase nus que correm pela praia e descansam na areia. Dos peitos bronzeados dos homens. Saudades dos rabos das mulheres. E que belos rabos que têm as mulheres portuguesas, senhores! Das praias de Espinho às de Portimão, passando pela Figueira da Foz ou Vila Nova de Milfontes, o areal português é um festival de nádegas lisas e triunfantes, como se de uma competição se tratasse. Durante anos fartei-me de ouvir gabar as espanholas, todas elas produzidas e desembaraçadas, as francesas, as mais desinibidas, as inglesas, doidonas e sempre prontas para a festa, ou as suecas, loiras com todas as suas consequências. E as portuguesas? Porquê esta discriminação em relação ao produto nacional? Nunca percebi. A portuguesa, além de ser a que vos calha mais à mão, tem o melhor rabo do mundo. Um rabo orgulhoso, rijo, um rabo que sem ginásio enxovalha os desenxabidos rabos alemães, que até podem muito ricos e desenvolvidos, mas que não passam de sacos fofos e tristonhos. E não me falem das brasileiras: os portugueses inventámos a bunda, por tanto não conta. A semente é nossa. O rabo primigénio é o nosso. Pronto.

    Agora que andamos todos macambúzios com a crise, os recortes nos subsídios de Natal, o aumento do IVA e a certeza que seremos mais pobres e menos viajados do que fomos há uns anos atrás, se calhar não era nada mal pensado começar a ver as coisas pela positiva. É verdade, estamos fodidos pela Troika, pelos mercados, todos os dias os jornais acordam-nos com uma nova péssima notícia. Teremos que esquecer as férias em Punta Cana, a compra do novo BMW, mudar-nos para um T3 com vistas para o Tejo não passará de um sonho impossível. E depois? Sejam optimistas! Temos um sol fabuloso em Portugal! As nossas mulheres têm corpos lindos! Eu sei que custa ser positivos a estas alturas do campeonato, mas lembrem-se dos rabos. Um rabo é sempre uma boa maneira de encarar a vida. Quando de manhã se cruzarem no elevador com a vizinha gira e solteira do andar de cima imaginem-a dentro dum biquini minúsculo a sair da água na Costa da Caparica. Maravilha. Se forem à pastelaria ao lado do vosso escritório olhem bem para a miúda que vos serve o café. Não vos parece bonita? O que terá debaixo da farda? Sorriam-lhe. Até a podem convidar a dar uma volta, beber um copo lá em casa, quem sabe se não tomarão o pequeno almoço na cama. Atrás da empregada assustadora das Finanças tenho a certeza que há uma mulher atraente, com pica, com graça, porquê não tentar engatá-la? O que podem perder? Nada, garanto-vos. Como muito levam com os pés, mas já dizia o outro: Paris bem vale uma missa.

    O dinheiro não traz a felicidade, mas ajuda. Já o sexo, ai, faz muita gente feliz. E o sexo é grátis, assim como o engate, a sedução genuína, o desejo, essas cócegas que nos surpreendem a meio da tarde. Sexo que não custa nada, que se consegue quando se quer saber o que faz a nova colega quando apaga o computador e vai para casa, como se comportará essa rapariga quando está longe das amigas. Mas, claro, para isso é preciso aprender a olhar para o que temos ao lado. E o que têm ao lado, do outro lado da porta, a mulher portuguesa, não só vos irá surpreender como terá, sem dúvida, o melhor rabo do mundo.



    Por Rititi @ 2012/01/21 | 6 comentários »

  • Joana says:

    Nádegas a declarar! ;)

  • Juanna says:

    Ai Rititi, em Madrid acho as miúdas bimbinhas, com cabelos cheios de espuma e botinhas rascas pelo tornozelo. Em Paris estavam todas de fato-de-treino. Em Estocolmo era tudo produção em série, loiro, olho azul, loiro, olho azul, loiro, olho azul. Em Londres ia a morrer de frio e mal as pude ver mas não havia muito que ver a não ser mamas tamanho 50 e blusas de licra de alças com 3 graus negativos na rua. Nova Iorque é outra história, há de tudo mas é onde há as mais elegantes e bem vestidas. Em Caracas as mais bonitas, indiazinhas de olhos verdes e cabelos negros com corpo de Giselle. Em Portugal considero que há um bom produto, morenas, cada vez mais altas, cada vez mais corpanzudas, cada vez mais cuidadas e cuidadosas. É, vamos no bom caminho.

  • Sofia M. says:

    Pois eu também acho que “nóis” temos uma bela retaguarda.Cada vez mais ginasticada!!Pelas praias desse mundinho onde andei,conseguia facilmente identificar uma “tuga”.Verdade!As Espanholas,escuronas e meio aciganadas,as Italianas pelo nariz e pelos lenços no cabelo,as Inglesas pelas maminhas XXL,as Americanas pelo fast-food abdominal,as Francesas brancas como neve(e pêlos nas axilas,eu vi!),as Nórdicas,cabelo loiro quase branco e torradas pelo sol,estilo camarão,as de Leste,altas e magras,as sul-americanas,grandes ancas,escuronas e cabelos escuros…e as tugas,sempre de biquini asa delta,com belos traseiros!!!Tenho muito orgulho em ser Portuguesa.E mais orgulho tenho,quando olham e dizem:”donne portoghesi sono veramente belli”.E “mai”nada!!!

  • A.Claúdia says:

    rabo??? que rabo!!! nem as têm e e se têm, são umas tábuas autênticas, com um risco pra separar!! sinceramente…

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