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Rititi

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INÍCIO

  • TRAMBOLHOS D’OURO: Como é que eu me esqueci disto?

    (Desculpem-me, acabei de mudar de casa. Estou sem net, ando aos papéis para encontrar umas cuecas, os putos fazem-me o favor de acordar todos os dias às seis da manhã. Tenho tanto sono que era capaz de me deixar dormir na sanita.)

    Sherri Shepherd, o pesadelo de qualquer estilista gay minimalista.



    Por Rititi @ 2012/02/29 | 5 comentários »


    TRAMBOLHOS D’OURO: OSCARS 2012 – O ANO DAS FREIRAS


    Dolores Hart, a Madre Superiora e os Anjos Vingadores


    Melissa Leo, a freira metalizada

    Rooney Mara, a freira místico-gótica


    Shailene Woodley, a noviça com problemas de pele.

    Michelle Wiliams, armada em Maria Von Trapp depois de fugir do convento

    Charleen do Mónaco, a freira doente


    Gwyneth Paltrow, a freira morcego



    Por Rititi @ 2012/02/28 | 2 comentários »


    TRAMBOLHOS D’OURO 2012: Help me!

    Melissa McCarthy, a senhora gorda que cantava na BD do Tintin

    Anna Faris de sereia maléfica. Ou de saco do lixo do futuro. Ou de homenagem metaleira ao perservativo.

    Jennifer “i-want-to-buggy-buggy” Lopez ou o medo a morrer sozinha

    …….. (preencham vocês. É tão mau que nem me vou dar ao trabalho)


    Jane Seymour, vestida de Penélope Cruz nos Oscars de 2011 mas sem as mamas, sem o rabo e sem o Javier Bardem

    Livia Giuggioli com um versátil vestido que tanto pode servir como varanda para as mamas, ou mesinha para pôr o copo de vinho ou caixa de correio

    Dennis Rodman



    Por Rititi @ 2012/02/28 | 4 comentários »


    Trambolhos D’Ouro: Goyas 2012

    Ora mais um ano deste lado da fronteira celebrou-se o que os comentarista chamam “grande festa do cinema espanhol” (cada vez que alguém escreve a “grande festa do cinema espanhol” morre um guionista em Hollywood). Três horas de gala soporífera, de discursos de agradecimento a pais mortos, mães dedicadas e filhos amados, aos oitocentos e cinquenta e sete membros da equipa, aos professores de liceu, aos subsídios públicos, três horas conduzidos por uma “comediante” (sic) que nos levou ao bocejo e à vergonha alheia e três horas de poucos estilismos fabulosos (linda a Elena Anaya), muitos chatos e ou simplesmente copiados de uma red carpet qualquer lá nos States (morte ao nude JÁ) e a maioria assustadores. Obrigada, trambolhos de Espanha por estes grandes momentos.

     

    Victoria Abril, de sex symbol galáctica, saída directamente do hiper-espaço e conservada em hiper-bótox. Atenção à bainha feita à pressa antes de sair de casa.

    António e Melanie ou Bandegriffith: ela, numa sincera homenagem aos cortinados de Scarlett O’Hara, ele de ex-garanhão latino que fez carreira em LA e que agora vive dos rendimentos e de fazer de ex-garanhão latino . Nunca acertam, nunca vão bem, parece que estão genéticamente impedidos de destilar glamour e, sabem que mais, estão-se bem cagando. De longe, o meu casal favorito de sempre das red carpets mundiais.

    Inma Cuesta, cariño, para te vestires como a Melanie Grifftih tens de ser a Melanie Griffith. Caso contrário só pareces uma pirosinha que reciclou o vestido do baile de finalistas de 1982 da irmã mais velha que ainda vive em Vilar de Pinheiro. Credo.

    Macarena Gómez, num orgasmos de tules, vapores interiores e combinações pseudo-eróticas.

    Ingrid Rubio. Leather lover? Um passado de motoqueira de Almada que custa a esquecer? Detesto vestido e achei que assim disfarçava? O que eu queria mesmo era aparecer no blog da Rititi? Nunca saberemos.

    Pilar Lopez da Ayala ou o estranho caso da miúda gira que por causa de uma paralisia facial saiu de casa sem tirar a esfregona da cabeça. Os meus filhos penteiam-me melhor.

    Isabel Coixet, porque o importante é a beleza interior.

    A Barbie

    O Ken



    Por Rititi @ 2012/02/21 | 7 comentários »


    Zé Luís

    Nasceste, como todos nós, num mundo que dizem ser estúpido, antipático, cheio de pressa. É verdade, lá fora está frio e as pessoas parecem baratas tontas, a correr sem sentido, desnorteadas. Mas que não te enganem, o Mundo não está lá fora. O mundo é dentro dentro da nossa casa, onde está quentinho e nunca nada mau nos acontece, um lugar onde há sopa ao lume e à noite a Mãe sempre tem tempo para nos aconhegar na caminha. Meu querido sobrinho, este é o teu mundo. Nunca que te faltará carinho, nem beijinhos frescos ou mimos sem razão aparente. Nunca te sentirás sozinho neste teu mundo de sussurros matinais e festas nos teus pés ainda por moldar e nas dobras do teu pescoço. Ainda não percebes, tudo é tão grande e disforme aos teus olhos pretos, tudo é barulho e vozes e gente que te toca e te beija e te pega ao colo e te fala numa língua absurda, tão estranha e amplificada. Todas as vozes, todos os cheiros te são estranhos, eu sei, menos os da tua Mãe, o teu único porto seguro. Ai, a tua Mãe, essa mistura de leite, colo e quentinho, o som do amor, o gesto certo, a razão primeira, a força que te aguenta. Se soubesses que ela sempre esteve à tua espera, que antes que viesses já te amava, que nunca foi mais feliz como quando te viu. Se soubesses, meu querido sobrinho, que a vida contigo é melhor e que não há futuro que a assuste, sabes, porque estás com ela, quietinho agora, a dormir no teu berço, sossegado. O teu mundo é a tua casa e a tua casa somos nós, a tua família,  Mãe, Pai e uma cambada de avós, tios, primos e gente emprestada que faz barulho e que te pega ao colo e te dá beijinhos. Sobra-nos o que nunca te faltará: Amor.



    Por Rititi @ 2012/02/17 | 3 comentários »


    Um post lamechas

    A passada quinta feira, dia 9 mais concretamente, fiz 37 anos. Ninguém diria, é verdade, pareço muuuuita mais nova, obrigada. E para comemorar esta idade já tão próxima dos 40, valhamedeus, o cada vez menos jovem casal Pinheiro agarrou em si, atirou os putos para casa da avó mais querida e fugiu para Lisboa. Sim, estive aí desse vosso lado na fronteira a celebrar o meu aniversário, que também, mas sobretudo a cidade que mais feliz me faz, e os amigos que tantas saudades deixam, e as iscas com batatas fritas, e as imperiais, e esse rio e essa luz sobre o mar do Guincho. E nós. Fomos a Lisboa comemorar-nos, dar-nos beijinhos e lembrar-nos que apesar da mecânica dos dias com filhos, das manhãs a tropeçar um no outro e das noites em que deixamos que o sono nos vença no sofá, estamos juntos há quinze anos por uma única razão. Porque eu gosto muito dele. E ele de mim (espero, senão esta prosa toda não serve para nada). Estamos juntos porque é assim que faz sentido a nossa vida. A minha vida tem sentido ao pé dele. É o único que não acha disparatados os meus disparates, que me percebe quando o resto ainda está a processar, que me ralha porque sabe que estou a ser parva, ou preguiçosa ou porque sim. Temos uma aliança anterior, sagrada, que nos ajuda a sobreviver ao quotidiano. E não, nós não comemoramos o dia dos namorados (sem maiúsculas porque não merece), nós namoramos todos os dias, não fazemos de conta que há um dia especial, porque especiais já somos nós sem rosas e jantares com menús afrodisíacos. Eu avisei que este era um post lamechas, mas dêem-me um desconto, tenho 37 anos e a idade faz-nos mais parvos.



    Por Rititi @ 2012/02/13 | 10 comentários »


    Oh baby, please don’t let me be misunderstood

     



    Por Rititi @ 2012/02/02 | 2 comentários »