Sexta-feira, Outubro 28, 2005

Querido Bló,

Yo de mayor quiero ser artista, igualita, chacha, que Conchita Velasco pero sin tener que lanzarme al destape superior en un apartamento de Carabanchel con los hermanos Ozores. Artista de escenario y telón de fondo, con o sin micrófono, vestida de lentejuelas y maquillaje a tutiplén en los ojos, derrochando glamour y saber estar y venga a sudar la gota gorda por mi adorado público, gracias, gracias, queridos, sin vosotros no soy nadie. Artista en general, de teatro, cantante de jazz, acompañante de un mago descuartizador, chica del coro, stipper buenorra enfundada en un tanguita plateado, azafata de torneos de boxeo, payasa, primera bailarina del Royal Ballet de Londres, concursante de Operación Triunfo, figurante, la Jurado (olé, la más grande), modelo anoréxica, chivata de cotilleos, ganadora de un Oscar. Artista con público, y que ese público se mate en aplausos y bises pues ya sabe lo egocéntricas que son las que se dedican la mundo de la farándula: fácilmente se cae en la paranoia y depresión pos-acto si no se es alabada por una masa que en la oscuridad se rompe las manos para que te sientas de puta madre, con el ego a reventar, el guapo subido y viva yo y mis circunstancias.
Y yo quiero eso: que me adoren, que me lean en el Hola, que me persigan los del tomate, ser el referente de adolescentes acomplejadas y la envidia cochina de las viejas de mi barrio; sueño con el día en que salga en la prensa especializada mi ex-mejor amiga de la catequesis o que aquel novio a quién le puse los cuernos entre en la Granja de los Famosos, o los dos juntos, unidos en el odio y la pasta de la exclusiva. Porque que te quieran los tuyos, esos que están obligados por sangre o contrato a soportarte los pedos y las cenas de navidad ya no me llega. Soy como la actriz porno que siempre quiere más, una insaciable de la adulación pura y dura, del amor ciego del pueblo llano y sin televisión digital. Ay, y que artistona que sería si me dieran la oportunidad.
Desde este espacio lanzo el reto a los productores y agentes: contrátenme, hombres de Dios, que aquí tienen un filón de gloria y merchandising, la diva total, la que levantaría las recaudaciones de las taquillas y haría del escándalo un modo de vida. Yo sé lo que me digo: tengo madera, soy melodramática, egocéntrica, vanidosa, carente, exigente, un tanto cutre, posesiva y patética. Lo que se dice una artista, vamos.

(Un canto a Galizia, heeeeei. Cómo coño se dice beso en galego?)

Terça-feira, Outubro 25, 2005

Querido Blogue,

Os governantes asseados, Francisco, legislam com luvas de cirurgião. Há temas que ficam sempre bem nas fotos com os ministros dessa Europa moderna, da que fode com camisinha e fuma charros dermatologicamente testados. A Europa rica onde as putas estão na montra, são eslovacas e com os papeis em dia, actualizadas conforme as regras da OCDE e a esterilização vaginal obrigatória. No mundo além dos Pireneus as pessoas vivem sem cortinados nas janelas, escolhem o ramo de cristianismo que mais convém e estão-se bem cagando como ganha cada um o pão para levar à boca, sempre que seja legal. A legalidade dignifica, não o trabalho e o saldo médio da conta bancária.
E os nossos governantes, viajados e com MBA pagos lá no mundo dos ricos, pensam que afinal as putas também são pessoas, coitadas, gentinha com tanto direito a contribuir pró PIB como os empreiteiros de Braga, os presidentes dos clubes de futebol da terceira divisão regional e os advogados que ganham o ordenado mínimo. Mas o nosso país, apesar de legislável, tem parâmetros diferentes quando legisla a dignidade. E o putedo nacional não é digno. Não existe. Porque ninguém decente vai às putas. Nem existem as máfias que extorquem as famílias no terceiro mundo, não se investigam os bares de estrada com néons cor de rosa à porta, sobre os dinheiros que enchem as contas resultados das entidades financeiras não há quem queira saber. O que têm em mente os nossos gestores da política local são as meninas do Elefante Branco, mais próximas ao ideal da producção pornográfica, recauchutadas e sempre limpas, em vez das búlgaras que servem copos no interior do país em buracos onde se ejacula por vinte euros e nem o médico entra lá. As drogadas que se deixam cair no Intendente, os travestis do Técnico, as velhas que se vendem no Rossio, as brasileiras com filhos nas terras do Nordeste e sem direito ao passaporte, essas nem sequer são gente, não cabem nas estatísticas da legalidade. Ninguém as vê.
São o dejecto da vida com pressa, a vergonha das casas sérias mas que tanto jeito dão quando a mulher não quer e o marido não sabe. As nossas putas, abandonadas à má sorte do quotidiano e de uma família que perdeu o norte, esquecidas nas bermas das estradas, enganadas pela promessa do fim da fome, escravizadas, maltratadas, violadas, sem fé, não são legisláveis. Porque nem sequer são mulheres, dignas de pertencer à população activa, quanto mais legisláveis. Pois é, Francisco, trata-se unicamente de uma decisão
«politicamente respeitável», mas vergonhosa e hipócrita.

Sábado, Outubro 22, 2005

"Así pues, ¿voluntad del pueblo o voluntad de Dios? Mientras prevalece la voluntad de Dios, la democracia no penetra, ni en términos de exportación (territorial) ni en términos de interiorización (donde quiera que el creyente se encuentre). Y el dilema entre voluntad del pueblo y voluntad de Dios es, y seguirá siendo -por robarle un título a Ortega y Gasset- el tema de nuestro tiempo."

Giovanni Sartori, Premio Príncipe de Asturias de Ciencias Sociales

(Discurso completo)

Sexta-feira, Outubro 21, 2005

RITITI EDUCA O POVÃO

António Damásio, Prémio Príncipe de Astúrias de Investigación Científica y Técnica 2005





"Sus estudios han revelado qué áreas cerebrales ejercen una decisiva influencia en la conducta humana, particularmente en los procesos de emoción y elaboración de los sentimientos, así como un mejor entendimiento de las bases cerebrales del lenguaje y la memoria. Sus logros científicos están contribuyendo, asimismo, a la lucha contra enfermedades que, por su gravedad y extensión, tanto preocupan a la Humanidad, como el Parkinson y el Alzheimer". Acta del Jurado del Premio Príncipe de Asturias de Investigación Científica y Técnica 2005

No meu país os jornais falam hoje da volta triunfal de D. Cavaco, o novo Sebastião dos descrentes do orçamento, o que não se resigna, o político profissional que come com a boca aberta, a esperança da direita. No meu país os jornais dedicam páginas, colunas intermináveis à banca, editoriais sisudos e concentrados nos capitais branqueados, à caução do Cristiano Ronaldo e ao aborto como dogma de fé que ninguém se atreve a concretizar. No meu país, hoje, os frangos constipados e os furacões que arrasam as férias de vinte portugueses em Cancun preocupam as mentes dos editores e mais uma vez as crianças mortas pela negligência do Estado e dos vizinhos, as greves dos funcionários e o poder local são notícia.
No meu país onde a queixa é arte e nunca há dinheiro, onde as desgraças sociais e o futebol têm a mesma categoria mediática, no meu país que dignifica e publicita Mourinhos e palhaços que brincam aos soldados, ninguém se lembrou que hoje António Damásio recebe o Prémio Príncipe de Astúrias. Não deve ser importante.

Quinta-feira, Outubro 20, 2005

MANEL PÓPÓ

Parabéns.

Quarta-feira, Outubro 19, 2005

MOMENTO GINA: DESPEDIR A EMPREGADA

Sou uma cobarde asquerosa. Uma merdosa asustada pelas consequências dos meus actos, senão indignos, pelo menos pouco aceitáveis socialmente, sobretudo quando toca os menos favorecidos e, mais concretamente, a minha mulher-a-horas. A justiça dos sábios e as leis do mercado justificarão a minha decisão final, mas o povo e a consciência popular recriminar-me-ão para sempre, até ao fim dos tempos. Não há perdão ou simpatia para quem despede uma empregada sul-americana, bonita e às portas do casamento.
A gaja limpa mal, passa pior, está-se a cagar olimpicamente para as baratas que me visitam na sala, ignora que a roupa não se pendura sozinha, não me devolve o troco, as janelas têm merda que metem dó, é incapaz de mexer um móvel. Não posso receber visitas, os meus vestidos encolhem, os pratos e os copos desaparecem a um ritmo assustador. E com o intuito de atormentar a minha existência convidou-me para o seu casamento, ao fim de uma tarde de Novembro num bairro de terceira categoria, rodeada de payo-ponies cantores, pelo civil e sem vestido de noiva. Serei a madrinha? Lo que me faltava, tía. Te cagas. Cá por mim que se casa para me fazer chantagem emocial-financeira e extorquir ainda mais as minhas fraquíssimas economias, devastadas pelas drogas e a última colecção da Custo. Vaca.
E eu não sou capaz. Não me atrevo. Como se despede uma empregada? Com um aperto de mão depois da boda, às portas do tribunal? Espero pelo arrojar do arroz do Continente? Ofereço-lho um daqueles vasos horrendos que tenho guardados em casa da minha mãe desde que me casei e depois mando-a para o desemprego e a ilegalidade? E se estiver grávida? Terá Deus compaixão de mim? Como poderei dormir sabendo que nunca mais me roubará as camisolas velhas e o vinho de pacote? Quem será a alma inocente que lhe oferecerá aquecedores estragados, cortinas que já não usa, sapatos com a sola gasta por simples filantropia?
Estou fodida.

Terça-feira, Outubro 18, 2005

BIGODE NÃO



Artur Jorge

Segunda-feira, Outubro 17, 2005

COISAS DE GAJA

Com a quantidade de clubes da bola que existem em Espanha, com o honesto que é ser, sei lá, do Getafe ou do Betis, e porque não, mismamente do Real Madrid, digo, eu que acho que cada vez que um gajo cai é penalty, eu que sou super a favor que os jogadores corram sem camisola ou boxers por esses relvados de deus durante os noventa minutos do jogo, enfim, porque estúpida razão tive, logo eu, que fazer-me adepta de cachecol, uiiiiii... e cagonlaleche que no aciertas ni una, do Atlético de Madrid?
Tristeza de sábado, con lo agustito que estaria se só me interessasse pela ginástica rítmica, que sé yo, que só passa na teve cada quatro anos, lá para a altura dos Jogos Olímpicos e não causa úlceras.
Vá lá, pelo menos o Benfica não me deixou ficar mal. E até passou o resumo na TVE e tudo. Ainda há clubes decentes.

TERROR NO MATRIMÓNIO

Mr. Pinheiro pretende deixar crescer o bigode.

Sexta-feira, Outubro 14, 2005

Ser gaja



hoje; logo; primeiro; ontem; tarde; outrora; amanhã; cedo; dantes; depois; ainda; antigamente; antes; doravante; nunca; então; ora; jamais; agora; sempre; já; enfim; aqui; antes; dentro; ali; adiante; fora; acolá; atrás; além; lá; detrás; aquém; cá; acima; onde; perto; aí; abaixo; aonde; longe; debaixo; algures; defronte; nenhures; bem; mal; melhor; pior; assim; aliás; depressa; devagar; como; debalde; sobremodo; sobretudo; sobremaneira; quase; principalmente; muito; pouco; mais; menos; demasiado; quanto; quão; tanto; tão; assaz; que (equivale a quão); tudo; nada; todo; bastante; quase; sim; certamente; realmente; decerto; efectivamente; não; nem; nunca; jamais; depois; primeiramente; ultimamente.

Quinta-feira, Outubro 13, 2005

Falar de Gajas (III)



Beijinhos às minhas queridas tertulianas e boa sorte!

Falar de blogues no feminino
13 de Outubro, 19:00 horas

Carla Quevedo, autora do blogue Bomba Inteligente.
Isabel Matos Ferreira autora do blogue Miss Pearls.
Isabel Ventura, mestranda em Estudos sobre as Mulheres.
Patrícia Antoniete, co-autora do blogue brasileiro Megeras Magérrimas.

Minha querida, vai-me ligando.

Terça-feira, Outubro 11, 2005


Falar de gajas (II)

E será mesmo que falam do que lhes apetece? Ou será do que podem?

I-Pode mais rosa-cueca que nunca

Esta semana: EURO-TRASH ! Selecção histórica da Eurovisão: para que nenhum europeu se possa ficar a rir dos demais.

É por causa de presentes como este que posso dizer com toda a segurança do mundo que, sim, é fodido, mas a verdade é que os meus amigos são mesmo muito melhores que os teus: Kid Bongo, o dijei que todos gostavem de ter.


(Julio Iglesias, 1970, Gwendolyne)

Y aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaún recuerdo aquel ayer, cuando estabas junto a mí. Tú me hablabas del amor, yo aún podía sonreír... Isto é que era sofrer, pá, com a alma toda, a boca cheia de sílabas tónicas, acentuando a paixão setenteira como se não houvesse amanhã.
Gwendolyne, volta, estás perdoada e, entretanto, livra-nos da ordinarice pós-moderna dos exercícios pseudo-lésbicos das Tatoo, as imitações nórdicas da metrossexualidade futebolística e, sim, porque não, dos palhaços que Portugal faz questão de apresentar todos os anos!

Segunda-feira, Outubro 10, 2005


Falar de gajas (I)

Sobre que assuntos falam as mulheres na blogosfera?

Olha, porra, falam do que lhes apetece. Eu, perixemplo, era gaja para hoje falar sobre o falhanço da cidadania no meu país de autarcas corruptos, arrogantes e mal-formados. Mas é segunda feira, pá, finalmente chove, e eu ainda não tirei a roupa de inverno da mala. Conjugar uma saia rosa pau de seda com meias de vidro, não dá. E os sapatos de verão, como mandá-los ao desterro invernal só por causa de umas gotas que caem sobre a cidade? Não cabem as autárquicas na minha cabeça, mais ainda quando a falta de água está a preocupar os meus colegas que vivem em condomínios privados com garagens privadas, jardins privados e piscinas privadas que nunca mais se vão poder encher por culpa da falta de chuva e a seca na península.
Também era senhora para me sentar à frente do computador e vomitar um texto intimista e pessoal, daqueles que toda a gente acha que as mulheres sabem escrever melhor que os gajos pelo poder da mama e da ovulação, como se ter ovários nos elevasse à categoria de poetas em potência. Acontece que para intimidades não está o meu grelo hoje, ainda espantado com o exagero da conta da perfumaria Iglesias em Espinho. Vinte e cinco contos – sou uma clássica – em base, sombra de olhos e corrector não é normal, mas claro, é tremendamente fácil ser enganada quando uma estranha me aponta para os poros com uma unha inquisitiva e perfeitamente pintada. Os complexos acneicos saem à luz de repente, volto aos quinze anos e à aceitação pueril do primeiro dia de escola e de nada me vale saber que nunca mais voltarei a encontrar essa unha na puta da minha vida. Deve ser isso a que chamam regressão, mas eu cá acho que é uma cabronada suplicar a benção social da menina da perfumaria à base de tarjetazo limpo. Putada, tú.
E depois, se tivesse pachorra, alegrava o dia aos meus leitores masculinos com uma crónica daquelas que todos os homens procuram nas entrelinhas dos blogues femininos, esse inconfessável que não ouvem da mulher, da amiga ou da amante. Mas esse já é outro tema e eu hoje tenho que me arranjar para ir beber uns copos e fumar uns unzinhos em Chueca para amanhã andar a morrer de ressaca. Porque é preciso tempo para dar a entender que a Rititi é uma mulher moderna, desinibida, daquelas que dizem o que querem e, se se apurar muito a vista, até é capaz de estar a escrever que um dia no passado comeu uma gaja enquanto descreve o preço das alfaces no mercado de San Miguel.
De que falam as gajas? Das obras do IP5, das contas do Estado, dos filhos, da sogra, do Benfica, da namorada, da dor de corno, do jantar com os amigos, da Nossa Senhora de Fátima, do Louçã, do desenvolvimento sustentável, do campo de refugiados do Sudão, da Madonna, da televisão. Falam do que lhes sai del mismíssimo coño. Algumas sabem fazê-lo e outras não. Essa é única diferença, como em tudo na vida.

PS: Com muita pena, e apesar de ter sido convidada para dar um ar desta minha graça rosa-cueca e partilhar com o mundo as minhas teorias sobre o grelame, não vou poder assistir. Viver em Madrid também tem o seu lado negativo, sobretudo quando se tem que contribuir pró PIB zapatero no dia seguinte.
PS 2: Estou cheia de inveja cabrona. Deve ser porque sou gaja.

Quinta-feira, Outubro 06, 2005

Querido Blogue,

Tenho pena de não saber como era o mundo a preto e branco, de ter sido parida após o 25 de Abril. Sofro por nunca ter sido alvo da opressão do sistema fascista, do machismo e da Igreja e até posso dizer que sinto cá nos meus interiores hormonais uma certa desilusão por jamais ir presa por fumar na rua, ser adúltera, conduzir sem autorização do meu pai, votar, beber sozinha em casa, comprar a pílula, faltar ao emprego, ser fã dos Anjos, comprar vibradores, não me confessar ou abortar em Espanha. Porque assim poderia criticar até a exaustão as mulheres mais novas, aquelas que não precisaram de ser liberadas pelas garantias constitucionais para justificar a sua enfadonha existência graças à eterna vitimização, ao clamar constante do antigamente, ai o que a gente sofria com o Salazar, nós, as que queimámos os sutiãns nas ruas da cidade, oh, as fêmeas valentes de Maio de 68!
O problema da intelectualidade feminina da época do canal único é que ainda não descobriu que a depilação não é sinal de fraqueza ante o poder do falo dominante. Elas, as senhoras da esperteza das letras, sonham no escuro da noite pela continuação da luta, do quebrar das normas imperialistas, massacrando com o seu discurso todos aqueles que não ocupam o tempo no estudo da anti-matéria, da discriminação racial e o sexo dos anjos. E nós, as fúteis da vida, as meninas mimadas da democracia, nada sabemos. Como elas, as que não têm sexo sem se sentirem violadas, as que compram sabendo que estão a contribuir para a degradação do terceiro mundo, as que assistem a casamentos cagando-se nas mamas da nossa senhora.
O que algumas chamam crítica social eu digo ser inveja complexada. Por não ter nascido na minha época, em democracia, onde qualquer uma pode ser stipper, massoquista, dona de casa, puta e até, imaginem, editar um livro.


Porque já não há pachorra para o ram-ram de sempre, ai as autárquicas, e o Mário Soares, e o país que não anda, e o que será de nós, heróis do mar, lailola...
Tomem lá um bocadinho de fufice que eu sei que vocês gostam:



Daqui.

Terça-feira, Outubro 04, 2005


COMO LA VIDA MISMA


- Ai sim? E que livro foi esse que publicaste?
- O Livro da Rititi!
- ... Mas isso não é literatura lai...? Cof, cof...
- Pois.

Moral da história: Ler não engorda

Segunda-feira, Outubro 03, 2005

Ciclo Falar de blogues (I)
Organização: José Carlos Abrantes e Almedina

Falar de blogues no feminino
13 de Outubro, 19:00 horas

Carla Quevedo, autora do blogue Bomba Inteligente.
Isabel Matos Ferreira autora do blogue Miss Pearls.
Isabel Ventura, mestranda em Estudos sobre as Mulheres.
Patrícia Antoniete, co-autora do blogue brasileiro Megeras Magérrimas.

Sobre que assuntos falam as mulheres na blogosfera? Que motiva as autoras dos blogues? Que dados têm sobre quem as lê? Haverá especificidades da intervenção das mulheres na blogosfera?

LIVRARIA ALMEDINA
Atrium Saldanha, loja 71 ˆ 2º Piso
Lisboa

Já cá volto para falar de gajas.