Quinta-feira, Março 29, 2007

RITITI, UM BLOGUE COM PILINHA


(James Gandolfini na Vanity Fair de Abril)

O verdadeiro macho. Porque nesta figura imensa, capo da mafia, ser amoral, nesta massa violenta de cem quilos há milhares de razões para uma mulher pedir por favor.

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Quarta-feira, Março 28, 2007

Yo, Público - Cambio Radical, Antena 3
Crónicas televisivas desde el sofá

No es que quieran ser guapos, modelos de nada, bellezones nacionales o portadas de interviú. Sólo sueñan con ser normales. Como los demás. No destacar en el metro. Que no se descojonen de sus dientes cuando bajan a por el pan. Que nadie se fije en sus granos. Ser invisibles. O por lo menos así lo entiende uno desde la neblina dominical mientras Antena 3, en la voz de ese muñeco de cera llamado Teresa Viejo, comunica a la televidencia resacosa que también Juanita, por ejemplo, después de ocho semanas de humillantes sesiones de bisturí, puede cambiar de vida. Esto es “Cambio Radical”, la versión del fabuloso “Extreme Makeover” pero en cañí, o lo que es lo mismo, uno entra feo y sale normalito, tirando a pasable, hasta bien soso, vestido como si fuera a la boda de la hija de Jesús Gil, en un claro homenaje a todas esas butique Mari que pueblan nuestra españía quería. Que impresión, qué horror y un flaco favor a estas almas en pena. Lo cierto es que los experimentos del programa (a.k.a., los protagonistas) eran unos verdaderos callos malayos, por no mencionar el crimen visual que representaban las respectivas familias, allí sentaditas en el plató viviendo su momento de gloria quirúrgica. Recordemos, si no, al padre de la cegata del domingo pasado: ¿qué significaba precisamente ese bigote? Lo más lógico, dada la masacre visual, sería pasarlos a todos por el quirófano y si te he visto no me acuerdo. O meterlos directamente en el circo a rentabilizar la mano de obra médica. Demasiado cutre. Me explico.
Se supone que el programa recoge de la miseria a un par de paletos más feos que pifio y les cambia la cara en nombre de la felicidad: adiós a la grasa asquerosa debajo del sujetador, arriba ese culo fofo que nunca ha pasado por un gimnasio, venga reducir napia, depilar las cejas y el bigote virgen, todo radicalmente, claro, a cuchillazo limpio mientras son grabados, porque, aunque se queden irreconocibles, alguien tendrá que recordarles la injuria de ser hermosos. Se supone que el gordo, la bizca, el manco, la cara-culo, la cuatro ojos y todo el repertorio de chistes de nuestra infancia se transformará, tachán y por arte de magia, en el cisne de los multicines periféricos. Todo el mundo, dicen, tiene derecho a ser feliz. Pero no. En la televisión española la felicidad no pasa por parecerse a la Pataky, porque ser una peazo de tía buena es destacable, apuntable con el dedo, es demasiado evidente, como evidente es que esa pobre gente, además de objetivamente fea, tiene una existencia demasiado obvia. Y la obviedad obliga a la normalidad estética, social y cultural, como la de estos tristes, conejillos de indias para la audiencia, que lo único que buscan es parecerse a los vecinos, tan horteras, ordinarios, obvios, patéticos y miserables como ellos. Sólo que menos feos. Ya les vale.

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Segunda-feira, Março 26, 2007

RITITI, UM BLOGUE COM PILINHA


Calle 13 - Atrevete-te

Gajo que é gajo, assim como este blogue se sente hoje, trata as mulheres por tu, agarra-as por detrás, fixa-lhes as pernas, deseja-lhes os cantos, toca-lhes com o corpo inteiro. Gajo que é gajo diz tudo. Porque nós, reparem, não queremos flores. Não queremos beijinhos na testa. Não precisamos que nos elogiem o refogado. Queremos que nos refoguem.

Sábado, Março 24, 2007

OS MEUS AMIGOS SÃO MELHORES QUE OS TEUS


"Madrid Expresso é um podcast multimédia semanal dedicado à capital europeia mais próxima de Lisboa. Realizado pelo jornalista e documentarista Filipe Araújo e pelo fotógrafo Guillaume Pazat, em co-produção para o semanário Expresso, tem como objectivo trazer até este lado da fronteira 24 retratos de microcosmos da actualidade madrilena." Isto dizem eles.
E eu, como sou uma naba pró multimédia só posso lincar o mais bonito dos podecastes publicados, Olé!, dedicado à Escuela Taurina Marcial Lalanda.

"No terceiro milénio, na era da informação em tempo real, estes homens recordam que há um outro nível para medir a coragem humana e que, longe de ficarem presos no recôndito mundo da romaria, são comparados a desportistas de elite, tanto pelos sucessos na temporada como pelas fortunas ganhas tarde após tarde. No entanto, assim como o touro é elemento indissociável da chamada cultura genética do povo peninsular, os matadores também pertencem ao quotidiano das revistas do coração, das festas de luxo, do relatório médico que informa quando são colhidos num festejo tauromáquico. Mas são poucos os que chegam ao cimo dos rankings dos mais premiados com orelhas, apêndices feitos troféus que definem quem é a futura estrela do verão. Uns ficam presos nas necrológicas, mortos com nomes artísticos e uma viúva de guerra, cadáveres por culpa de um animal que serve para morrer. Serão recordados pela tragédia do que poderiam ter sido se não se lhes tivesse atravessado um pitón traidor, condenados à miséria de uma história por contar, banidos pelo patetismo do potencial. O resto, esses estagnam nas praças de touros portáteis das aldeias que ninguém conseguiria situar num mapa, esquecidos em faenas medíocres, sem ter quem lhes saque a ombros nas Ventas, sem o brilho de lhes chamarem Maestro, sem mulheres bonitas, sem um nome a recordar num futuro nostálgico, sem fortuna. Os primeiros são expulsos da corrida pela eternidade pela morte, os segundos pelo público."
(excerto da reportagem "Tarde de Touros" publicada na Revista Atlântico de Agosto de 2006)

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Sexta-feira, Março 23, 2007

MADONNA EDUCA O POVÃO: AND I LIKE IT



E espero que depois desta semana tão, mas tão gaja, os hormônios me voltem ao sítio e possa viver, pela sanidade mental dos meus leitores, livre da condição. Há quem lhe chame tê-pê-eme, período, dores de barriga, menstruação, naqueles dias, a xica, hoje não estou para ninguém ou ainda puta que pariu eu dava tudo por ter barba só para não me sentir comá merda. Mas eu chamo-lhe a condição, a verdadeira essência do grelame e uma belíssima oportunidade para me conciliar com o meu lado mais feminino. E agora, se me desculpam, vou lavar a cozinha com a escova de dentes, de tampão e rolos postos e a Celine Dion no aipode, que para uma vez que não me cago em todo a deidade e parentes santeiros, tenho que aproveitar. Para a segunda-feira estarei de volta com fotos da Elsa Pataki nua na capa da Interviu que o pequeno zé manel que habita em mim também tem direito a um pouco de direito de antena. Ala!

Quinta-feira, Março 22, 2007

TRAMBOLHOS D'OURO: MISS FEIA



No site
Mujer al Dia propõem a melhor maneira de sobreviver ao concurso de Miss Espanha: votar na mais feia.
Uma boa maneira de fazer ver, perixemplo, a esta pobre desgraçada que por muito que a avó Petra, que é meio cegueta e nunca saiu de Pueblo Nuevo del Caudillo, a ache mais linda que a Nossa Senhora das Penas, ui, não é razão suficiente para perder a vergonha e aparecer meio nua, de biquini de lantejoulas e besuntada até as orelhas, em directo e para milhões de tele-espectadores, enquanto meia Espanha se desmancha a rir e faz apostas sobre as operações às mamas das candidatas a Mais Bela das Saloias. Porque, queridas todas, achar-se gira é muito importante, mas mais importante ainda é ter um espelho em casa.

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Quarta-feira, Março 21, 2007

UM BOM POETA, UM MAU CANTOR



Joaquín Sabina, ¿Quién me ha robado el mes de abril?

En la posada del fracaso,
donde no hay consuelo ni ascensor,
el desamparo y la humedad
comparten colchón
y cuando, por la calle,
pasa la vida, como un huracán,
el hombre del traje gris
saca un sucio calendario del
bolsillo y grita
¿quién me ha robado el mes de abril?
¿Pero cómo pudo sucederme a mí?
¿Quién me ha robado el mes de abril?
Lo guardaba en el cajón
donde guardo el corazón.
La chica de BUP casi todas
las asignaturas suspendió
el curso en que preñada
aquel chaval la dejó y cuando en la pizarra
pasa lista en profe de latín
lágrimas de desamor
ruedan por la página de un bloc
y en él escribe
¿quién me ha robado el mes de abril?
¿Cómo pudo sucederme a mí?
¿Pero quién me ha robado el mes de abril?
Lo guardaba en el cajón
donde guardo el corazón.
El marido de mi madre
que en el último tren se largó
con una peluquera
veinte años menor
y cuando exiben esas risas
de Instamatic en París,
derrotada en el sillón,
se marchita viendo Falcon Crest
mi vieja y piensa
¿quién me ha robado el mes de abril?
¿Cómo pudo sucederme a mí?
¿Pero quién me ha robado el mes de abril?
Lo guardaba en el cajón
donde guardo el corazón.

Terça-feira, Março 20, 2007

TRINTA POR CENTO *

Em Portugal trinta por cento dos deputados serão mulheres por força da lei e da maioria parlamentar. Trinta por cento, que nem é metade, nem chateia demais o cinzentismo de gravata da Assembleia e cala as vozes das feministas, essas gordas histéricas por depilar que exigem disparates como a despenalização do aborto ou a criação de mais creches públicas. Usando os valores do 25 de Abril que tanto jeitinho dão quando a valentia política não chega para mais, os responsáveis pelo desenvolvimento do meu país decidem que desta maneira absurda se resolve “esse problema” que, acham eles, é a dificuldade de acesso da mulher ao Poder. Arruma-se o decreto na prateleira das boas intenções e o país já pode continuar a debater temas de verdade, os importantes, como a falência da Segurança Social ou os filhos que ninguém quer parir, sem que nenhum dos nossos excelsos senhores deputados tenha reparado na ligação uterina desses dois assuntos à mulher.
A metade da população do país, quando não é ignorada, é tratada com pinças, fechada num dossier que se vota, se eleva a categoria de lei e, com muita sorte, salta à imprensa como polémica fugaz. De repente não há mulher decente que se reveja no sistema de quotas, nenhuma quer ser empurrada para o gueto dos desprotegidos. Se somos iguais, porque nos querem tratar como inferiores? Acaso não estudamos, acaso não pagamos impostos e a metade da prestação da casa, da escola, da compra do supermercado, dos jantares nos restaurantes?
O problema é que não somos iguais. A nenhum homem que eu conheça lhe perguntaram numa entrevista de emprego se tinha filhos. E a nossa República, tão masculina, está tão obcecada com o Poder que não teve os tomates para compreender que o que a nós nos tira do sério é não ter as mesmas oportunidades reais que eles. E essas oportunidades reflectem-se nas reuniões da escola, na gestão da casa, na doença dos filhos, como se o ónus da maternidade nos excluísse automaticamente de uma carreira a favor da deles. Eles caçam e nós tratamos da caverna, na esperança que as mentalidades vão mudando com tempo ou algum milagre. Mas as mentalidades também se alteram com a força da lei. A paridade não acontecerá nunca se as mulheres ganham em média quarenta por cento menos por trabalhos iguais. Essas são as percentagens que deveriam importar e não que um terço da Assembleia use saias e tenha que sair mais cedo para ir buscar os miúdos ao colégio.

(publicado em Junho de 2006, na Revista Atlântico)

* era mais ou menos isso, querida, que eu queria dizer

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Segunda-feira, Março 19, 2007

MOMENTO GINA: A PIROSEIRA É UM BEM RELATIVO


As Gajas Rosa Cueca, verdadeiros ícones sexuais deste blogue com mamas, são donas de fabulosos rabos, peitorais invejáveis, e, sim, ancas, carnes que sobram sem vergonha, pernas sem medo à celulite no verão e carradas de amor próprio, por muito que o público, ignorante de tanto lamber fotocópias a preto e branco de mulheres anorécticas, não alcance a compreender a razão de tanto exagero físico e penteados inexplicáveis. Morte às tísicas! Fora as comedoras de alface! E viva a Dolly, a rainha do poliéster e dos pósteres das oficinas dos subúrbios marginais, que nunca nos defrauda: toda ela laca, mamocas sobranceiras e cantando ao amor como ele é, o mais indiscretos dos sentires e que tanta falta faz ser gritado uma e outra vez em público. Endaaaaaaaai uilolues loviuuuuuuu. He dicho.

Quinta-feira, Março 15, 2007

GRELAME SEM PARIDADES


Bebe

Hoy vas a ser la mujer que te de la gana de ser, sem nivelações, paternalismos, dias especiais, trinta por cento no parlamento, feminismos institucionais e mais paneleirices do género que tanto jeito dão para ganhar votos e não solucionam rigorosamente nada.

Quarta-feira, Março 14, 2007

SAI UMA PRENDINHA, CARAGO



Parabéns, Francisco e pronto, lá vai, que eu sei que os portistas gostam destas coisas.

Ó meu Puorto uonde a eterna mocidade, diz a giente o que é ser nuobre e leal, teu pendom leba o iscudo da cidade, que na história deu o nome a Portugal, Oh Cámpiom do meu passado, o libro duonras de bitórias sem igual, o teu brásom abençoado, Tem no meu Puorto mais um arco triunfal. PUORTO PUORTO PUORTO PUORTO PUORTO PUORTO.

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Terça-feira, Março 13, 2007

A BURRA, O ESPERTO E O PARECE BEM


(Porky's, como não)

Antes de ir para o sofá ver a boazuda da Sharapova dar raquetadas de mini-vestido lilás, vejo como a blogosfera se escandaliza com a nova pérola da televisão lusa, A Mama e o Cérebro. Deus córrore, um programa que reduz o mulherio a pensos higiénicos! Ó Santo Padroeiro da Educação para a Cidadania, as mulheres tratadas como imbecis profundas, que se comportam como se estivessem a vender roupa interior de alto cariz erótico ao sindicato de maquinistas da CP! Bradam aos céus, pois o grelame nacional é apresentado como uma brigada de barbies do Cacém que acham que uma antologia é uma época de saldos e cujo nivel de leitura se mede pela quantidade de facturas da Zara!
Em verdade vos digo, meus irmãos: vão dar graxa ao cágado, pá, cambada de bem-pensantes hipócritas! Meninas de quinze anos que anunciam redes de telemóvel nacionais a comportarem-se como putinhas, mulatas em poses orgásmicas vendendo compais de maracujá, uma loiraça com o cu à mostra a carregar uma botija de gás... E é disto, de uma merda de um programa de televisão, que se queixam? É tão fácil cair no totalitarismo do pensar limpo, da necessidade de proteger a mulher indefesa, tão óbvia a altivez destes sinalizadores da igualdade pela insignificância, que o que realmente importa é ignorado. Mas claro, todos gostam de ver mulatas doidas de tusa, adolescentes tão comestíveis e loiras de escândalo em placares publicitários na Avenida da República. Com isto ninguém se ofende. Pois.

Obrigada,

Depois de ter enfiado a cabeça dentro do tubo de escape de um autocarro madrileno, já estou apta para a crónica açoriana. Muita vaca. Muito verde. Muito mar. Muito vulcãozinho preparado para dar o peido. Muita ilha. Estranho não é, lindo, claro que sim, exuberante, pois não, deslumbrante, atrevo-me a escrever. Uma gaja apanha um avião, vai parar ao meio do oceano depois de duas horas de vôo, lá no cu de judas e tudo parece igual: as mesmas matrículas que em Lisboa, os mesmos sinais de trânsito, os mesmos partidos políticos, o mesmo cozido por muito que o enfiem pelas goelas da terra abaixo. Um mundo de tão pequeno que parece a brincar, onde todos se conhecem, onde não há segredos, onde a ameaça do mar, das placas tectónicas, da vida da terra não desaparece e onde o fim nunca foi tão explícito. Tudo acaba na água, numa cratera convertida em lagoa, numa pastagem, num campo de chá, numa montanha. Não há escapatória, nem esperança de um passo em frente sem que se regresse a um lugar já antes visitado. Talvez seja pela consciência desta opressão, porque sabem que não hipótese de enganar ninguém, que os açorianos sejam assim: generosos com o visitante, humildes na sua riqueza e tremendamente honestos.

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Domingo, Março 11, 2007

Sábado, Março 10, 2007

AÇOREANDO III

Retratos do Trabalho em Portugal ©, segundo o Rui Tavares.

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AÇOREANDO II



Uma, duas, três estrelas da blogosfera nacional, assombradas com os escândalos do arquipélago. Adivinhem quem é a menina debaixo do lapis azul.

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Sexta-feira, Março 09, 2007

Açoreando



Ou em cima da cratera fumando Além-Mar e bebendo cerveja Especial ou a vida em gerúndio no meio do Atlântico. Pena que eu não perceba nada do que esta gente fala.


A outra mulher nos Açores:
Daqui desta terra estranha de onde sai vapor e água a borbulhar por todo o lado, onde tudo é verde e pastorícia, curvas, mar e neblinas, algures perdida no Atlântico, sentada em cima de um vulcão adormecido,um abraço aos leitores da Rititi,
entre gargalhadas, licor de ananás, cigarros mais baratos e banhos de cor de sépia,

Miss Pearls

Quarta-feira, Março 07, 2007

RITITI ON TOUR



O jovem casal Pinheiro está de partida para essa fábrica de anticiclones chamada Açores a convite dos queridos meninos do blogue Ilhas e da Associação MUU para participar no
2º Encontro de Bloggers. Isto sim é um convite, um verdadeiro patrocínio ao amor conjugal e à oxigenação da mente!
Mas antes, paragem técnica em Lisboa para jantar aqueles bifes horrendos do Snob onde estarei disponível para ouvir as queixas dos leitores que acham que, realmente ó Rititi, este blogue está a precisar mesmo de vidinha de noite, palavrões vários e confidências de carácter uterino.

Segunda-feira, Março 05, 2007



De Joana Chaos em casa, Espanha a desmembrar-se, a conversão de Michael Jackson ao Islão, oitenta anos de García Marques, o vídeo sexy-hot da Shakyra e da Beyonce, o julgamento do 11-M, o casamento da ex de Joaquim da Dinamarca com um borracho quinze anos mais novo, a proibição da palavra nigger em NY ... Sim este blogue anda a perder grandes posts. Será porque desde que José Tomás anunciou que regressará este ano com quinze corridas não consigo pensar noutra coisa que nesse toureiro lento, justo, tão preciso para a Festa. Quem viu José Tomás sabe do que falo, dessa impassividade, da compreensão total do animal, dessa arte em desuso que poucos podem reproduzir. Sim, é fodida esta vida de aficionada. Pior seria gostar de futebol, que é muito mais ordinário e não tem graça nenhuma.