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Rititi

Rititi

INÍCIO

  • Sobre o Feminismo

    Os Filhos são de Todos:

    “Maria Beatriz esforçou-se durante três semanas para marcar uma reunião com o sub-Secretário Adjunto do Ministério. Fez dezenas de telefonemas à secretária, escreveu e-mails tremendamente eloquentes onde explicava os pontos a tratar e a importância da reunião ao sujeito, soube que o tipo gostava de música clássica assim que lhe enviou as melhores entradas para o grande concerto do ano na Gulbenkian patrocinado pela sua empresa, fez mais telefonemas suplicantes à secretária, até que conseguiu a reunião para terça-feira às onze da manhã. Todo um êxito, fruto da persistência e da infinita paciência que a caracterizavam e que fez que o chefe da Maria Beatriz a elogiasse em frente a todos os seus colegas de secção. Um orgulho para a Maria Beatriz, trabalhadora exemplar, aplicada e responsável, que durante anos deu o calo na empresa para ser respeitada e promovida pelo seu esforço. Na terça-feira lá está ela no escritório, bem vestida com o melhor fato de calça e casaco que transmite a executiva eficiente que é, com os expedientes bem estudados para a importante reunião que tinha preparado durante várias noites, arranhando horas ao sono e sacrificando a harmonia familiar. E quando já está pronta para sair, de casaco vestido e discurso ensaiado, recebe um telefonema da escola do filho mais novo: o puto tem febre, delira, não pára de vomitar, por favor venha buscar a criança à escola que nós não damos conta do recado. Maria Beatriz nem acredita no que lhe está a acontecer. Liga ao marido, mas ele também tem um dia complicado e não pode sair do gabinete agora, adeus e um queijo da serra. Maria Beatriz, que não tem uma mãe nem uma sogra que a auxiliem, está a ver a vida a andar para trás. Telefona à empregada, que obviamente a manda dar uma volta ao bilhar grande, pois tem mais duas casas para fazer e não pode perder o ordenado livre de impostos do dia. Merda. Maria Beatriz recusa-se a faltar à reunião que tanto lhe custou conseguir e que tão importante é para a  empresa, para a sua carreira, para os seus objectivos, para o bónus de final do ano com o que pagaria as obras do quartos dos miúdos, e volta a telefonar ao marido, vá lá meu, não me lixes, caralho, eu depois vou para casa e trato do puto, levo-o ao médico, ajuda-me. Mas o marido tem um chefe novo, uma besta de trinta anos sem coração, que não parece emocionar-se com as vicissitudes de quem tem filhos e que lhe espeta um “então, a sua mulher, não pode resolver o problema?”, e Maria Beatriz faz o último malabarismo: procura na agenda o telefone da vizinha artista que trabalha em casa e pede-lhe o imenso favor de ir buscar o miúdo e jura-lhe que em duas horas estará em casa, suplica-lhe, promete que lhe arranjará o autoclismo ou um namorado de vinte anos, que cozinhará para ela durante um mês, o que ela quiser, com tal que vá buscar o miúdo à escola e a salve. Por sorte, a vizinha acede e lá vai a Maria Beatriz à reunião, não sem antes pedir autorização, desculpa e clemência ao chefe para depois ir para casa tratar do filho.

    A reunião foi um sucesso, ela seria a estrela da secção, a inveja das gajas do departamento de Contabilidade, o chefe iria promovê-la, finalmente iria mudar o quarto dos putos, mas em vez de estar orgulhosa pelo resultado obtido, Maria Beatriz não deixou por um minuto de se sentir culpada por não ter mandado o chefe, o trabalho e o sub-Secretário Adjunto do Ministério às urtigas e ter ido a correr socorrer o filho, levá-lo ao hospital, dar-lhe mimos e beijinhos e calor de mãe. E quando já está em casa com o computador ligado ao trabalho a responder a dezenas de mails e a atender os telefonemas fundamentais para a existência da Humanidade enquanto ouve a voz moribunda da criatura desde o sofá, Maria Beatriz não pode evitar pensar que esta coisa da conciliação, a igualdade dos géneros e o futuro brilhante das mulheres trabalhadoras que lhe prometeram é capaz de funcionar lá nos países nórdicos ou no Canadá onde as gajas dão de mamar até aos dez anos e há fraldários nas casas de banho dos homens, mas que no sul da Europa não passa de uma utopia que só existe no papel. Uma criança está doente e da escola ligam sempre à mãe, como se o puto tivesse nascido via inseminação artificial. O calendário escolar, com as suas férias da Páscoa, do Carnaval, do Natal, do Verão e da Festa do Unicórnio Transparente, perpetuam a ideia que as mães não têm mais nada que fazer que esperar os meninos à porta do colégio, ignorando que em casa trabalham todos e obrigando a malta a maquinar engenharias mais próprias de astrofísicos nucleares cada vez que alguém descobre um feriado inesperado a meio do mês de Março. A publicidade das fraldas, das papas, de biberons, da roupa infantil exibe imagens delirantes de meninos loiros e sorridentes e das suas adoráveis e não menos sorridentes mães, aparentemente as únicas responsáveis pelo bem-estar das criaturas. Os pais devem estar na bola, ou em reuniões na ONU ou a descobrir a cura do cancro. Ou seja, a gravidez não acaba no parto, estamos prenhas até os gajos saírem de casa. E no entanto, os horários de trabalho duram até o cair da noite, sem as empresas terem em conta que as escolas não são internados de onde as crianças saem já criadas com vinte e três anos e o curso acabado. Exigem-nos que nos esfolemos, que demos os nosso melhor, sempre até à última hora, como o mais esforçado anãozinho da mina, independentemente que tenhamos os putos doentes, que haja festa na escola, como se não tivéssemos filhos. Então, em que ficamos? Somos mães ou não?

    A pergunta não é esta. Não deveria. Enquanto exista só a maternidade e não a parentalidade, enquanto os filhos forem assunto só nosso, enquanto os chefes continuarem a perguntar “então, a sua mulher, não pode levar o miúdo ao médico?”, enquanto as escolas continuarem a fingir que nós temos que estar sempre disponíveis para três meses de férias, enquanto formos nós a quem se nos exige decidir se trabalhamos ou ficamos em casa, iremos sempre a reboque, exaustas, com a sensação que não chegamos, que falta sempre alguma coisa, com o peso na consciência de que deveríamos estar mais tempo com os filhos se nos dedicamos mais ao trabalho, ou então culpadas se não somos mais empenhadas na carreira, mais ambiciosas, derrotadas no final do dia porque não era assim que a coisa deviam ter saído. E isto não é justo. Nem para nós, nem para os filhos, nem para os pais das criaturas. E não chega já de nos martirizarmos como as protagonistas das telenovelas mexicanas? Porquê temos que suportar este peso, como se a culpa fosse nossa? E, sim, sempre haverá cadáveres no caminho. É uma questão só de pôr as coisas em perspectiva e de saber o que é importante. A carreira ou chegar a horas razoáveis para fazer os trabalhos de casa com os miúdos? E que tal o pai reduzir o horário de trabalho, que seja ela a pedir autorização para levar os putos ao médico? Não? Mudar às vezes é mais fácil do que parece, basta não esperar que que os grandes tratados do femininismo universal tratem da nossa vida.

    Maria Beatriz, no dia seguinte quando voltou ao trabalho, mesmo tendo tido uma reunião fabulosa, de ter conseguido um grande contrato para a empresa, de ter alcançado os objectivos propostos, foi repreendida pelo chefe. Não se deveria ter ido embora para casa. Estava a ser irresponsável. Todos na empresa tinham filhos e não por isso deixavam de estar comprometidos. Talvez não merecesse ser recompensada.  Só lhe faltou chamar-lhe cabra egoísta. Ouviu tudo. Respirou. Sorriu. E com um par de tomates telefonou para a empresa da concorrência e ofereceu os seus serviços, os seus contactos e um contrato milionário com o  Ministério. Tudo a troco de um horário laboral flexível que a deixasse ir buscar os filhos à escola sempre que estivessem doentes.”

    (publicado no meu “Manual de Instruções para Sobreviver  aos 40″, editado pela Cego Surdo e Mudo)

    E em dia quando tiver vagar (talvez no  autocarro ainda de noite quando vou trabalhar) escrevo sobre o Maria Capaz.



    Por Rititi @ 2014/12/21 | 5 comentários »


    Partilhar o meu “Manual de Instruções para sobreviver aos 40″

    Prometi no Facebook do Rititi  que iria publicar alguns textos da grande obra chamada “Manual de Instruções para Sobreviver aos 40, continuar sexy, com alguma vida sexual e não parecer uma lontra” aqui no blogue e depois de uma árdua deliberação entre cinco pessoas que durou oito minutos escolhi um dos que mais gozo me deu a escrever: ” Um caso com o Lopes, porque não?”.

    UM CASO COM O LOPES. PORQUE NÃO?

    “Colega novo no escritório. O Lopes, quarenta e tal anos, aliança no dedo, simpático. Tomas uns quantos cafés com ele, partilhas confidências familiares e uma boleia depois de um dia de intenso trabalho. No jantar de Natal da empresa sentas-te ao lado dele. Tens boa onda com ele, o gajo entretém. Manda bocas giras sobre a tua figura, diz-te que estás mais magra, aproxima-se muito quando fala contigo, faz uns avanços sem chegar a ser ordinário, e não é feio de todo, verdade seja dita. E um dia dás por ti a pensar “E se…?”.  Momento fatídico, o debacle, o horror! És uma vaca, uma depravada, como podes pensar em ter sexo com outro? Metes a cabeça na sanita por te sentires culpada por encornares mentalmente o teu homem, os teus filhos, o teu projecto de vida! Arrependes-te, insultas-te, achas-te doida varrida, maluca dos cornos! Sim, sentes-te realmente mal, mas quando passa a tempestade voltas ao pensamento, a essa ideia de ter um caso com o Lopes. Porque não?

    Há um dia em que as mulheres da minha idade se esquecem que foram (e são) gajas boas. Vemo-nos como mães, mulheres de alguém que amamos, consumidoras de descontos de supermercados, profissionais competentes. Mas desejadas por outros homens, por estranhos, há anos que não sabemos o que isso é. Também não ajuda uma vida social reduzida à miséria mais enfadonha, com jantares em casas de amigos de longa data e festas de anos infantis. Há várias eras geológicas que não vamos a um bar sozinhas, e portanto o inocente engate ao balcão é o mais parecido a uma miragem, uma recordação dos anos universitários em que estávamos disponíveis, nem que fosse para dizer que não estávamos disponíveis. Não nos sentimos sexys. As nossas roupas, sejamos sinceras, estão desactualizadas, de tantas mudanças de peso. Depois de várias gravidezes, as roupas que não ficam apertadas nas mamas estão largueironas nas ancas. Temos saudades do nosso corpo, da nossa energia, não nos achamos bonitas, quanto mais desejáveis por terceiros. Nem sequer temos tempo para nos olharmos ao espelho. Pensamos que os homens da nossa idade só se interessam por miúdas magras e novas, miúdas que um dia já fomos, sem filhos, sem crédito à habitação, sem bóia abdominal. Pesam-nos os anos, os quilos, o desinteresse, a monotonia e a falta de tesão. Temos sexo garantido com o nosso gajo, mas falta-lhe essa sensação de aventura, de descoberta.

    Até que um dia recebes uma mensagem no Facebook de um antigo colega da faculdade que te diz como estás bem depois destes anos todos. Nem te lembras muito bem quem ele é, mas só a mensagem, tão idiota que parece sincera, faz-te ir a correr para o computador todos os dias. Começam as trocas de mensagens, algumas mais picantonas, mais atrevidotas e desejas voltar a vê-lo, que te diga fisicamente, olhos nos olhos, que estás ainda mais bonita, mais desejável, mais tudo. Ou até esse instante em que um colega da secção de contabilidade parece estar a lamber-te com o olhar, ali mesmo, ao pé da máquina das fotocópias. Sentes-te viva!

    Há centenas de homens que te acham gira, boa, interessante, tesuda. Tu é que andas feita zarolha, estupidificada no teu rame-rame suburbano, enfiada nesse mundinho de fralda e sopa, de correrias e insatisfações mentais. E quando um trambolho como o Lopes te põe a mão na perna, em vez de o mandares para o caralho porque o gajo realmente não tem graça nenhuma, ficas deslumbrada e dás por ti a pensar “como seria o sexo com ele?”. O problema aqui não é o Lopes. És tu. Alguma vez na tua vida, se não estivesses tão macambúzia, tão pouco satisfeita com o teu corpo e a tua sexualidade, ligarias a um ser tão desinteressante e medonho como o Lopes? Credo! Muda mas é de roupa, mulher! Muda o penteado, a cor das unhas, vai ao cinema, bebe um copo com a tua melhor amiga, desabafa com a tua irmã, tem sexo com o teu gajo, mas por amor da santa… O Lopes? Que poderia dar-te ele? Sexo louco? Estás doida. Os Lopes desta vida têm existências ainda mais tristes do que a tua, mais pequeno-burguesas, mais enfadonhas e cinzentas. Porque a tua vida não tem problema nenhum, tu é que te deixaste arrastar numa infinidade de queixumes que te fazem sentir feia e gorda e velha, quando nada disso é real. Está óptima, rapariga! E sim, és parva, não por fantasiar sexo com um homem que não é o teu marido, mas porque queres acreditar que com outro sentirias de novo o desejo, a pica, o prazer de ser outra vez essa mulher que há anos deixaste de ser, escondida no armário da roupa que não usas porque não tens idade para isso. Disparate! Se olhares à tua volta, se esqueceres os teus complexos e as parvoíces sobre a tua barriga (barriga completamente normal para a idade e os filhos que tens), reparas que os pais dos amigos dos teus filhos até são capazes de te ver como uma mulher atraente, sexy, bonita. Se não pensasses tanto como foste mas sim na mulher interessante, atraente e divertida em que te transformaste com os anos verias que o Lopes é um dos muitos que olham para ti de um modo sexual.

    E se pensares mais no teu gajo, já agora. Sim, nesse homem a quem abandonaste no sofá enquanto te metias na casa de banho para lavar a roupa das crianças com nódoas das ameixas. Esse homem que ignoraste enquanto pensavas no Lopes. Esse homem que é o teu. Se o deixasses, fazia-te o que nenhum Lopes ou bacano do Facebook seriam capazes de fazer. Eles não sabem o que ele sabe. Não podem, não te conhecem. Aliás, se há homem que te ache boa, gira, tesuda, divertida, interessante,  bonita, sexy é ele.”

    Gostaram? Querem mais? Então já sabem: encomendem na Editora Cego Surdo e Mudo que eles são rapazes muito jeitosinhos e mandam o livro para casa.



    Por Rititi @ 2013/10/09 | 18 comentários »


    Pelos caminhos de Portugal

    Fui apresentar o livro na semana passada a Lisboa (outra vez) e ao Porto (finalmente). E tive de tudo: gin tónicos em plena apresentação (confirma-se, a Sónia Morais Santos está noutra liga), amigos que vieram da Noruega para Fnac do Colombo (gosto tanto de vocês, Monia e Rui, tanto), quilómetros pela A1 sem ar condicionado, o reencontro com os meus filhos que estavam essa semana de férias em casa da minha cunhada (obrigada querida Ana, obrigada sogra, obrigada a esta família Pinheiro tão generosa) e o convívio (ou será combíbio?) com as leitoras do Norte, que são mulheres maravilhosas, sinceras, com sorrisos lindos.

      Gin tónicos saídos da mala da Sónia

    Perguntaram-me no Porto se eu e a Sónia éramos amigas. Não, não somos. Por agora. Se eu vivesse em Lisboa sei que seria essa miúda com quem partilharia muitas coisas em frente a uns canecos, porque gosto efectivamente dela, da escrita dela, da maneira como parece lidar com a vida. E não tem nada a ver  com o lindíssimo texto que leu na apresentação. Eu sou assim, gosto de pessoas à distância.

    Não via os meus filhos há uma semana. Depois de os ter lambido, beijucado, cheirado e notificado quanto haviam crescido, peguei neles e fui para a Fnac do Norteshopping onde me esperavam amigos, família e umas leitoras muito especiais. Ao princípio o Francisco esteve ao meu colo, a dizer-me coisas como “a minha princesa” ou “bonita tu” enquanto o Manel estava sentadinho em primeira fila, muito atento e orgulhoso. Tudo isto durante os primeiros cinco minutos, claro (os meus filhos são uns selvagens muito bem educados).

    Obrigada a todos (e à Juanna, ao Bruno, às tias, aquela senhora de 50 anos boas todos os dias, ao senhor que não me conhecia de lado nenhum mas que comprou o livro à mulher que fazia anos). E não posso deixar de mandar um beijo do coração às mulheres do Porto (e do Norte em geral) que fizeram quilómetros e perderam tempo para estar comigo e com a minha família. Gostei tanto de estar com vocês, de conversar na descontracção e fiquei com tanta pena de ter sido tão pouco tempo, que a próxima vez que for ao Norte aviso e combinamos umas imperiais (para as grávidas pode ser sumo, pronto). Combinado?

     



    Por Rititi @ 2013/07/22 | 7 comentários »


    O RE-LANÇAMENTO DO MANUAL DE INSTRUÇÕES PARA SOBREVIVER AOS 40

    Para todos aqueles que não conseguiram ir ao lançamento na Pensão Amor, para os que não encontram o livro, para os que querem conhecer a vossa blogger favorita, para os que  não me podem ver à frente e sempre sonharam em atirar-me o livro à cabeça, para os querem perguntar-me como consigo emagrecer, para os que não saibam que fazer para a semana que vem, eis as datas dos eventos (sim, porque comigo um simples lançamento é um evento altamente recomendável):

    - Quinta-feira dia 18 às 19.30, na Fnac do Vasco da Gama em Lisboa. 

    Com uma apresentadora muito especial, uma maravilha de gaja, uma jornalista com todas as letras: a Sónia Morais Santos (desculpem-me mas não lhe consigo chamar Cocó). Conheço a Sónia desde que tive a sorte de escrever no DNa, onde éramos vizinhas de página, eu uma blogger inconsciente a saltar para a primeira vez para o papel e ela, pronto, ela uma jornalista a sério, que escrevia – e escreve – bem como o caraças. Obrigada, Sónia, por teres aceite apresentar o meu “Manual de Instruções”, para mim é uma verdadeira honra!

    - Quinta-feira dia 18 às 21.30, na Fnac do Colombo

    Apresentado pelo meu querido Fernando Alvim (obrigada, obrigada, obrigada, outra vez!). Aos que assistirem a esta hora (repito, 21.30), agradeço que me levem uma sandocha de courato, um tupperware com panadinhos ou um miserável pedaço de pão, que a essa hora devo estar desfalecida. Se conseguirem levar às escondidas uma superbock também era simpático. Sou uma mulher que acha que o álcool também tira a fome.

    - Sexta-feira dia 19 às 19.00, na Fnac do NorteShopping no Porto.

     Levar o “Manual de Instruções para Sobreviver aos 40″ ao Porto é muito importante para mim. Tenho família no Porto, amigos do coração, adoro a cidade, adoro o Douro, adoro o  vinho do Douro, as minhas caralhadas encaixam perfeitamente com o sentido de humor dos portuenses, acho as mulheres do Norte lindas e desembaraçadas… Bolas, o meu marido é de Espinho! Estou mesmo contente por finalmente apresentar o meu livro lá. Já devia esta visita desde que lancei “O Livro da Rititi”, há várias décadas geológicas atrás, por isso, minha gente, lá vos espero. Não sei ainda quem apresenta a criatura, mas lá está, estando eu, o livro, o Alvim e, sobretudo, vocês já temos a festa feita!


    Por Rititi @ 2013/07/12 | 6 comentários »


    Grandes Novidades!!

    O “Manual de Instruções para Sobreviver aos 40″ vai ser reeditado! E mais: para a próxima semana re-apresentarei o livro nas Fnac de Lisboa (dia 18) e… do Porto (19). A Rititi também ama o Norte, carago!
    Depois já vos conto os detalhes, horas, as apresentadoras (vão adorar!) etc e tal.
    Contentes?



    Por Rititi @ 2013/07/11 | Sem comentários »


    Leituras refrescantes

    Calor, praia, piscina e verão… e livro BBB (bom, bonito e barato). Esta é a minha combinação perfeita (e uma imperial, vá lá). E há um livro mais BBB que o “Manual de Instruções para Sobreviver aos 40, continuar sexy, com alguma vida sexual e não parecer uma lontra“? Não, pois não.

    Podem comprar este espectacular e refrescante livro através do e-mail  da editora cegosurdoemudo.pm@gmail.com, a um preço bestial de 4,90€ + portes de envio (2€). 
    Entretanto, minha boa gente, contem-me coisas: já leram o livro? Quais foram os vossos textos favoritos? Gostavam que comentássemos alguns aqui? Falem comigo!


    Por Rititi @ 2013/07/03 | 17 comentários »


    Ego, ego, ego

    A Festa, em imagens, com muitas gargalhadas, família, amigos, copos, música. E assim foi. E foi bom, muito bom!

    (mais vídeos, na Speaky TV)



    Por Rititi @ 2013/06/19 | 3 comentários »


    A Festa, o Livro, a Promoção, Lisboa

    Sou uma mulher feliz. Muito. Quatro dias em Lisboa deram para tanta coisa, que em vez de um post, deveria criar um blogue só par escrever e publicar tudo o que de bom me aconteceu. Ora vamos por partes:

    - Grande visita ao Goucha (ou seja, ao Você na TV, na TVI). Sentadinha ao lado da Fernanda Serrano e da Ana Catarina Afonso, giras e simpáticas de morrer, esta pequeno-burguesa (eu) lá esteve meia hora a conversar sobre o “Manual de Instruções para Sobreviver aos 40″. O Manel Luis Goucha é O entrevistador, com um sentido de humor muito inteligente, esperto até dizer chega e muito rápido. Aqui me declaro a sua fã número um. Respect!

    -  Tarde na Prova Oral, na Antena 3, com o meu querido editor Fernando Alvim. Gosto tanto, mas tanto de ir à Prova Oral,  gosto tanto do Fernando Alvim que podia ser convidada todos os dias. Ou semanas. Estás a ouvir, ó Alvim?

    - Também passei uma rica noite no 5 para a Meia Noite com o Pedro Fernandes, mais o Pedro Lamy e  Sir Scratch. Um dos programas mais simpáticos onde fui. E o Pedro Fernandes não pode ser mais giro.

    - Como se tudo isto não fosse suficiente, ainda fui visitar a querida Carla Rocha, no Rocha no Ar, na RFM (o podcast ainda não está disponível, mas foi tão bom. Obrigada, mesmo).

    -  E porque a mim me sobra o tempo, ainda voltei à Antena 3 para gravar as Manhãs da 3, com o Diogo Beja. Já disse que adoro ir à radio?

    E depois, sexta feira, aconteceu a maravilhosa apresentação do livro na Pensão Amor, pelo Fernando Alvim e a Joana Azevedo. Tanta gente, tantos bons amigos, tantos leitores, bloggers, tanta família, tanta boa onda. Obrigada. Sentada naquele estrado, a olhar para a Pensão Amor a abarrotar, com a gente de pé, senti-me a mulher mais afortunada do mundo. Nunca terei palavras suficientes para vocês, nunca poderei expressar o grata que me sinto.

    E obrigada, muito obrigada, ao Fernando Alvim, o melhor editor que uma mulher pode ter. Atencioso, paciente e que me obrigou, numa noite em frente a uma garrafa de vinho em minha casa, a sentar-me a escrever. Às vezes, tantas vezes, é preciso que nos empurrem, que nos atirem para a folha em branco, que nos abanem. E  a Cego Surdo e Mudo, tão despretensiosa , tão despachada, tão atenta, tão Alvim, é o sonho de editora. Obrigada.

     

    Na apresentação com a Joana Azevedo e o Fernando Alvim. Mais simpático não podia ser.

    Eu e o Alvim, em plena galhofa (foto da querida Tati, que tem uma reportagem completa no blogue dela). Mais fotos da apresentação no Facebook do blogue e da Cego Surdo e Mudo.

    A pequeno-burguesa (eu) com as giraças da Fernanda Serrano e da Ana Catarina Afonso na TVI. Os sapatos, lindos, são da marca EMMA GO, feitos para mim porque uma gaja só lança um livro duas vezes na vida (por agora). Gracias Leo!!

    Momento “rabo de 20 anos” no 5 para a Meia Noite, com o Pedro Lamy e o querido do Pedro Fernandes

    A Grande Obra da Literatura Universal na Fnac. Ao lado de “Os homens preferem-nas roliças”. Acho que apanharam o espírito.

    O livro está, por agora, na Fnac, no Corte Inglês e em algumas livrarias. Mais fácil, mesmo, é comprá-lo no site da Cego Surdo e Mudo. O Manual custa a barbaridade de 4,90. Mais simpático, impossível, minha gente.

    E agora vou descansar um bocado. Tanta emoção não é bom para uma mulher da  minha idade.

     

     

     



    Por Rititi @ 2013/06/17 | 6 comentários »


    Rititi na Cidade

    Já falta nada, nada para a Grande Festa de Lançamento do livro do verão, o “Manual de Instruções para sobreviver aos 40, Continuar Sexy, com alguma vida sexual e não parecer uma lontra”, editado pela Cego Surdo e Mundo.

    Então apontem aí: dia 14, na Pensão Amor (Rua do Alecrim, 19), em Lisboa, às 18.30.

    Este maravilhoso livro será apresentado pelo Fernando Alvim, a Joana Azevedo e Vanda Miranda. E teremos música do DJ Charlie Funk, que por acaso é o meu irmão e é giro nas horas. E copos. E beijos. E livros. E autógrafos. E eu, que até sou uma moça que anima bastante as festas. Com um bocadinho de sorte ainda me embebedo e caio dos saltos abaixo. E canto em público. Ou conto umas anedotas picantonas. Só animação, já sabem.

    Por isso, meus queridos e minhas queridas, apareçam. Sozinhos, com namorados, com maridos, com as mulheres, com as sogras, com os filhos, de vestido, descalços, mas com vontade de se rirem e passarem uma tarde divertida.  Eu terei todo o gosto do mundo de estar com vocês e mandar umas risadas.



    Por Rititi @ 2013/06/10 | Sem comentários »


    O lançamento

    Minha gente: já temos data para a grande, espectacular, divertida e única festa de lançamento do livro “Manual de instruções para sobreviver aos 40 – continuar sexy, com alguma vida sexual e não parecer uma lontra”. Será dia 14 de Junho na Pensão Amor, em Lisboa!! Estão todos mais que convidados! Haverá música, conversa, copos, gente simpática e tudo o que for preciso. Porque será uma festa. E eu sou a rainha das festas.
    (Mais detalhes, já virão. Mas isto promete, queridos, ai que promete )

    Entretanto, o livro não chegará às livrarias dia 4, mas sim um bocadinho mais tarde. Se não conseguirem aguentar a vontade de ter nas mãos esta obra fundamental da literatura universal, podem encomendar o Manual de Instruções no site da Cego Surdo e Mudo



    Por Rititi @ 2013/06/01 | 3 comentários »