Domingo, Agosto 12, 2007

MAMAS: VERSÃO ILUSTRADA



Via Charlotte. Alguém tinha que pôr ordem nisto.

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Sexta-feira, Agosto 10, 2007

MAMAS: FONTE DE VIDA

O João Villalobos, num post supremo, afirma que "quanto maiores elas (as mamas) são mais vitalidade transparecem".
E eu, que sou uma rapariga dada ao método científico, fui à origem ver se de uma vez por todas resolvia esta minha inquietação mamária.

Por um lado, uma vital Penélope Cruz.


E aqui jaz, bastante mais frouxa, a Lou Dillion.


Vai daí e o fascínio (que o Francisco diz que é melhor que eu nem queira saber de onde vem) tem a ver com a salubridade da fêmea. Sendo assim, declaro-me mais que satisfeita. Ando sobradinha de saúde.
Adenda: Acho que a Shyznogud discorda deste argumento. E fala do Lolo Ferrari, mais uma vítima de tanta vida interior.

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Terça-feira, Agosto 07, 2007

Como se este blogue não fosse já um histérico da cultura da telenovela, proximamente chega a Espanha o último panfleto televisivo que, com intrigas, sexo e malabarismos dramáticos, denuncia a prostituição, a droga e os implantes mamários na Colombia. Demais até para uma vadia telegénica como eu.

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Quinta-feira, Agosto 02, 2007

Querido Blogue,

Mamas. O tamanho das mamas. Os gajos e as mamas. As mamas da Elsa Pataki. A moda dos implantes de mamas. As mamas e a lei da gravidade. Não há outro tema em Madrid que não as mamas, tanto que toda a gente parece ter tetas na boca. Até mesmo na inauguração de uma exposição de fotografias suecas em Conde Duque, de longe o bairro mais cool de Madrid (finalmente adeus a Malasaña, o gueto de gente nítidamente feia travestida de intelectual) a conversa, entre vinhos e pintxos de fruta, derivou para as mamas, concretamente as minhas. Sim, eu tenho um belo par de mamas e se não bastasse a obviedade matinal de as ter de encaixar dentro de uma espécie de armadura, tenho a confirmação de dezenas de indivíduos com pilinha pendurada que fazem o favor de me lembrar quão esplêndidas, poderosas e evidentes são. Ai filha, ofereceu-me um gordo hoje às oito da manhã, quase a roçar-se a mim no autocarro, num acto de valentia e hombridade. Que pensaria esse simio que lhe responderia? Anda cá, meu macho gordurento, e toma-me aqui, no 152, agarra-me e faz-me ver a luz, eu que nem sei que é um homem, eu que tenho estas maiúsculas tetas feitas para ti, à tua espera para serem sovadas e manuseadas por um macaco que paga impostos? Se o tivesse olhado nos olhos, se lhe respondesse, certamente ter-se-ia mijado todo, tal o cagaço, porque essa sub-espécie de anormais que infectam os passeios, as obras e os bancos de jardim são tão merdosos, tão cobardes, tão minúsculos na sua ridícula concepção da humanidade que se uma gaja os encara nem sabem onde se hão-de meter. Que fascínio é este dos gajos com as mamas? Lembranças da mãezinha, do quentinho do leite, do alimento grátis, do aconchego? Será que todos querem voltar ao útero? Até quando, santo deus, teremos que levar com essa obsessão com dois pedaços de carne? Quanto maiores, melhores, para quê? Acaso vão montar um talho, fazer delas uma almofada, forrar um sofá? Os peitos, as tetas, as mamas, cá por mim que os gajos não evoluíram assim tanto e estão um degrauzinho mais abaixo que nós lá na escala da humanidade.

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