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Rititi

Rititi

INÍCIO

  • Caros senhores da Intimissimi

    Vejam lá se percebem: nós não queremos esse sutiã. Queremos essas mamas.



    Por Rititi @ 2012/10/15 | 8 comentários »


    PENTHOUSE DE JANEIRO: MITOS ERÓTICOS

    E se de repente um homem te diz que as tuas mamas sabem a presunto então esse homem é o Javier Bardem no filme “Jamón, Jamón”, na mítica cena onde o actor quase se engasgava, literalmente, a comer os peitos de uma incipiente boazuda Penlélope Cruz. Eu sei que há um mês já escrevi sobre este filme, mas tenho que vos confessar, caros e fiéis leitores da Penthouse, que esta frase, esta cena e sobretudo este Javier Bardem com umas calças de gangas insultuosamente justas e estratégicamente desabotoadas marcaram-me profundamente e condicionaram a minha percepção futura do género masculino e de todo o seu potencial. Esse Javier Bardem foi o meu primeiro mito erótico, o primeiro de muitos. Porque nós, as mulheres, também precisamos de mitos eróticos, de símbolos extremos de masculinidade, que funcionam como uma imagem deformada, hiperbólica e superlativa do que deveria ser o macho quando se trata de sexo. Neste caso, macho ibérico, claro, porque o que representava Javier Bardem nesta metragem icónica da espanholidade superlativa (com os seus presuntos ibéricos pendurados em todas as paredes, touros e casas de alterne à beira da estrada, seats ibizas e mulheres com mamas bamboleantes) era testosterona em estado puro sem que a personagem em causa tivesse um mínimo de profundidade intelectual ou qualquer rasgo de inteligência, perspicácia ou sensibilidade, por não falar já de falta de noção de como tratar uma mulher fora da cama.
    Sempre agradecerei ao realizador as imagens de um Javier Bardem a tourear completamente nu, só coberto pelo capote de toureio ou lambendo todas as fêmeas que lhe deixavam. Uma maravilha. Cada mulher tem o seu ícone, esse super macho que se idealiza para momentos muito determinados e que a faz estar convencida que com ele não haveria nenhum problema de tempo, nem de tamanho, nem de forma e que só serve para o que serve. Porque acreditar que sem componente romântico e cor-de-rosa as mulheres são incapazes de olhar para um homem ou que uma senhora de certa idade não pode desejar o chavalo da oficina onde leva o carro a arranjar sem querer casar (nem falar!) com ele é uma das grandes falácias da História Universal, além de uma soberba estupidez na qual não deixam de insistir comédias românticas, cançonetas de rádio e best-sellers de verão. O que se consegue com esta lógica redutora é a percepção que uma mulher só pode vibrar com os 300 espartanos de Frank Miller por dois motivos: ou porque precisa urgentemente de estabelecer uma relação sentimental duradoura com o Rei de Esparta porque a sua máscula e imbatível heroicidade é irresistível ao género feminino, ou então a mulher é uma taradona dominada pelo furor uterino incapaz de se conter perante um peito musculado e suado. E não é tão simples. As mulheres não somos só a Doris Day nem a protagonista recauchutada de um filme porno alemão.
    No fundo esta personagem do Bardem armado em bacano mega-macho que persegue as garinas na moto de 250 cc não passa de um garanhão que dá tusa, vá lá, mas que não sai daí. Mas os mitos eróticos são isso, uma projecção erotizada e exageradíssima de um desejo pontual e que não se corresponde de todo com o que realmente as mulheres querem num homem a longo prazo (ou um prazo superior à fabulosa e necessaria imediatez do encontro, à urgência do subir das saias e do descer das calças). Porque por muito que se fantasie com um homem que lambe umas mamas como se fosse uma francesinha com molho especial da Cufra não conheço nenhuma mulher que suportasse ter um gajo esfomeado 24 horas ao dia pegadinho às mamas.



    Por Rititi @ 2012/03/12 | 8 comentários »


    mamas versao ilustrada via charlotte

    MAMAS: VERSÃO ILUSTRADA

    Via Charlotte. Alguém tinha que pôr ordem nisto.



    Por Rititi @ 2007/08/12 | Sem comentários »


    mamas fonte de vida o joao villalobos

    MAMAS: FONTE DE VIDA

    O João Villalobos, num post supremo, afirma que “quanto maiores elas (as mamas) são mais vitalidade transparecem“.
    E eu, que sou uma rapariga dada ao método científico, fui à origem ver se de uma vez por todas resolvia esta minha inquietação mamária.

    Por um lado, uma vital Penélope Cruz.

    E aqui jaz, bastante mais frouxa, a Lou Dillion.

    Vai daí e o fascínio (que o Francisco diz que é melhor que eu nem queira saber de onde vem) tem a ver com a salubridade da fêmea. Sendo assim, declaro-me mais que satisfeita. Ando sobradinha de saúde.
    Adenda: Acho que a Shyznogud discorda deste argumento. E fala do Lolo Ferrari, mais uma vítima de tanta vida interior.


    Por Rititi @ 2007/08/10 | 4 comentários »


    mais mamas sin tetas no hay paraiso

    MAIS MAMAS – SIN TETAS NO HAY PARAISO

    Catalina siente la necesidad de tener los senos grandes como los de sus amigas para poder ser del agrado de los traficantes y así acceder al dinero de estos, por lo que busca la forma de conseguir los recursos económicos para hacerse la operación de los implantes de silicona en el pecho sin importar las consecuencias físicas y morales de sus actos.”

    Como se este blogue não fosse já um histérico da cultura da telenovela, proximamente chega a Espanha o último panfleto televisivo que, com intrigas, sexo e malabarismos dramáticos, denuncia a prostituição, a droga e os implantes mamários na Colombia. Demais até para uma vadia telegénica como eu.


    Por Rititi @ 2007/08/07 | 4 comentários »


    querido blogue mamas

    Querido Blogue,

    Mamas. O tamanho das mamas. Os gajos e as mamas. As mamas da Elsa Pataki. A moda dos implantes de mamas. As mamas e a lei da gravidade. Não há outro tema em Madrid que não as mamas, tanto que toda a gente parece ter tetas na boca. Até mesmo na inauguração de uma exposição de fotografias suecas em Conde Duque, de longe o bairro mais cool de Madrid (finalmente adeus a Malasaña, o gueto de gente nítidamente feia travestida de intelectual) a conversa, entre vinhos e pintxos de fruta, derivou para as mamas, concretamente as minhas. Sim, eu tenho um belo par de mamas e se não bastasse a obviedade matinal de as ter de encaixar dentro de uma espécie de armadura, tenho a confirmação de dezenas de indivíduos com pilinha pendurada que fazem o favor de me lembrar quão esplêndidas, poderosas e evidentes são. Ai filha, ofereceu-me um gordo hoje às oito da manhã, quase a roçar-se a mim no autocarro, num acto de valentia e hombridade. Que pensaria esse simio que lhe responderia? Anda cá, meu macho gordurento, e toma-me aqui, no 152, agarra-me e faz-me ver a luz, eu que nem sei que é um homem, eu que tenho estas maiúsculas tetas feitas para ti, à tua espera para serem sovadas e manuseadas por um macaco que paga impostos? Se o tivesse olhado nos olhos, se lhe respondesse, certamente ter-se-ia mijado todo, tal o cagaço, porque essa sub-espécie de anormais que infectam os passeios, as obras e os bancos de jardim são tão merdosos, tão cobardes, tão minúsculos na sua ridícula concepção da humanidade que se uma gaja os encara nem sabem onde se hão-de meter. Que fascínio é este dos gajos com as mamas? Lembranças da mãezinha, do quentinho do leite, do alimento grátis, do aconchego? Será que todos querem voltar ao útero? Até quando, santo deus, teremos que levar com essa obsessão com dois pedaços de carne? Quanto maiores, melhores, para quê? Acaso vão montar um talho, fazer delas uma almofada, forrar um sofá? Os peitos, as tetas, as mamas, cá por mim que os gajos não evoluíram assim tanto e estão um degrauzinho mais abaixo que nós lá na escala da humanidade.



    Por Rititi @ 2007/08/02 | 25 comentários »