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Rititi

Rititi

INÍCIO

  • deve ser do calor mas ando achar os

    DEVE SER DO CALOR

    Mas ando a achar os blogues masculinos (e então se são colectivos já não há cu que os aguente) chatos, a armar, a minha pilinha é maior que a tua, enfrascados em pintelhices e sensibilidades, ai os decretos de lei, ai e o Cavaco Silva, ai o liberalismo (liberalismo, uau, que emocionante, dasse), e tudo muito nhó-nhó-nhó e com licença, sem se mandarem pró caralho, que ainda dava uma bocado de animação à coisa, quando não é o Benfica, ou o Porto ou o Cristiano Ronaldo (claro que o Cristiano para os autores dos blogues masculinos é um panasca trincaspinhas sem talento nenhum sobrevalorado pelo marketing, o BES e o Scolari, um merdas, enfim). Olha, se ao menos os autores publicassem fotos deles, as gajas já tinhamos alguma desculpa para ir lá espreitar as profundíssimas masturbações sobre o PIB nacional. Se fossem giros, claro, que eu estou convencida que anda pela blogosfera muito trambolho armado em intelectual de bancada.


    Por Rititi @ 2009/07/16 | 19 comentários »


    vi adorei e espero de coracao uma_08

    Vi, adorei e espero de coração uma segunda parte
    Sex and the City
    E repito o que escrevi no Pnet Mulher:
    “Amigas, moda e sapatos, festas, dietas, sexo, álcool e amor. Há acaso temas mais importantes para uma mulher? Como é possível que Sex and the City não tenha ganho já um Nobel da Paz pela inestimável ajuda à aproximação e acasalamento do ser humano como espécie em evidente perigo de extinção? Mas comecemos pelo princípio e com uma confissão que a estas alturas deverá parecer absurda: eu, Rititi Barata Silvério, sou fã ABSOLUTA da pandilha de Carrie Bradshaw desde aquela noite lisboeta sem planos e com menos dinheiro em que me sentei à frente do televisor de quatro canais e me deparei com um universo de glamour, relações sexuais plenamente (e sempre) satisfatórias, miúdas giras, homens bem vestidos, discotecas e cocktails com estilo e sapatos que nunca magoavam os pés. E fiquei devota das aventuras amorosas das histórias destas quatro amigas com vidas absolutamente irreais, mas fabulosas, que habitavam numa realidade paralela onde é possível que o ordenado de cronista de um jornal de terceira dê para pagar a renda de um apartamento em Manhattan, a subscrição a todas as Vogues do planeta e uma vida dentro do táxi e duns Jimmy Choo de salto impossível.
    Depois casei-me e vim viver para Madrid e as minhas crónicas foram publicadas num livro e troquei de casa e de bairro e até engordei uns quilos e mudei de penteado, ao tempo em que ia comprando em DVD todas as temporadas da série. Os meus amigos foram mudando e eu, graças aos céus, também e se antes tinha adorado as malas da Louis Vuitton um dia evolui e aprendi a amar as colecções vintage da casa Dior. Carrie, entretanto, já tinha abandonado a ideia de ser feliz com Mr Big, Samantha, como muitas mulheres que eu conhecia, lutava contra um cancro da mama, Charlotte confrontava-se com o (seu) fracasso orgânico da esterilidade e Miranda era mãe de produção independente, com a consequente desaprovação da empregada polaca devota da nossa senhora de Fátima. As festas e os sapatos continuaram a encher episódios, mas a vida tinha que continuar.
    Uma vida como as das espectadoras, mas melhor vestida. Porque este foi o grande segredo da série: apresentar ao mundo existências que repetem tópicos universais (o amor, a segurança, a família), mas metidas num embrulho mais bonito, mais limpo e mais caro. Nós já sabemos que a vida é uma merda, que há pessoas que morrem de cancro e de amores impossíveis, que há desemprego, alzheimer, ordens de despejo, frustrações, celulites e cornos, que nem todas podemos ficar grávidas e as que ficam nunca mais voltarão a caber numa 38. Mas quem é que gosta de ver filmes de Ken Loach? Eu, sinceramente, prefiro rir-me, fantasiar, e chorar com aquele último capítulo da série, quando o conto de fadas de cada uma das personagens se faz realidade e o mundo volta a ser um lugar que, apesar de doloroso e frustrante, nos pode fazer felizes. Eu não tenho complexos nenhuns com isto, era o que mais faltava.”
    (Obrigada, manamalindacósolicateferavista! Não pode haver melhor prenda de Natal!)


    Por Rititi @ 2009/01/08 | 12 comentários »


    que facua feche o vaticano calendario

    QUE A FACUA FECHE O VATICANO!!!

    Calendário Romano 2008, uma campanha publicitária sexista…

    … que atenta contra a dignidade dos homens trabalhadores em geral e de Deus em particular…

    … apresentando imagens estereotipadas e degradantes destes profissionais contra as que levam anos lutando.

    Pelas minhas partes, candidato-me para defender os interesses, as honras e os segredos guardados debaixo das sotainas destes pobres trabalhabores humilhados pelos pérfidos interesses sexuais do Vaticano. Tudo pela glória do Senhor e só porque é Domingo. Amén.


    Por Rititi @ 2007/12/16 | 9 comentários »


    homens homens homens homens adoro gajos

    HOMENS, HOMENS, HOMENS, HOMENS

    Adoro gajos: charmosos intelectuais de pullover de gola alta, fornidos nórdicos nadadores olímpicos (sobretudo estes), fumadores de cigarrilhas, tímidos jovenzinhos prontos para perder a vergonha, mulatos surfistas em tronco nu, locutores de rádio, irresistíveis padres de sotaina até aos pés, mecânicos e talhantes, executivos depois do escritório com a gravara solta, ciganos de camisa aberta que perseguem as mulheres da estirpe (só) para casar; todos lhes parecem bem aos meus olhos. Adoro homens que sejam homens, que não se depilem (menos os fornidos nórdicos nadadores olímpicos, claro), que não se solidarizem comigo quando tenho o período, engordei essa milésima de caganita de quilo ou a minha cabeleireira me corta um milímetro a mais de franja. Adoro gajos pelo físico e pela forma de vestir e por como lhes assenta um casaco ou me contam histórias num livro ou pela rádio. Sim, os homens são o sal da vida. Infeliz a mullher que não tem paladar.


    Por Rititi @ 2007/12/05 | 11 comentários »


    rititi um blogue com pilinha james

    RITITI, UM BLOGUE COM PILINHA


    (James Gandolfini na Vanity Fair de Abril)

    O verdadeiro macho. Porque nesta figura imensa, capo da mafia, ser amoral, nesta massa violenta de cem quilos há milhares de razões para uma mulher pedir por favor.


    Por Rititi @ 2007/03/29 | 4 comentários »