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Rititi

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INÍCIO

  • E continuando com caricaturas

    Entretanto, na mesma semana em que a Renée decidiu ser outra pessoa, os meios espanhóis destaparam um escândalo milionário sobre a utilização fraudulenta de cartões de crédito que os administradores do banco resgatado Bankia (pela módica quantia de 22.424 milhões de euros) andaram a fazer durante anos para uso pessoal (sem pagarem impostos sobre isso, ou informarem o Banco de Espanha, as Finanças, a Troika). Uma fraude de 15 milhões de Euros. Entenda-se “uso pessoal” viagens, safaris, compras de supermercados, restaurantes, roupa de marca, mas também bares, pubs, bebidas alcoólicas, clubes, discotecas, levantamentos em multibancos de milhares de euros a altas horas da madrugada, lingerie, flores… Putas, amigos, putas. Alguns destes indivíduos defraudaram as contas públicas espanholas exercendo o mais execrável dos machismos, detalhe que a nenhum dos opinadores e entendidos profissionais de este país pareceu estranhar. Parece normal (ou pelo menos não censurável), portanto, que um homem de meia idade, ao ver-se com um cartão com um limite de milhares de euros nas mãos, se dedique a gastá-lo em putedo e derivados. Isto sim revela um carácter do caralho, de homem graúdo, entrar no puticlube com o cartão de crédito na boca para ir montar umas meninas, porque no fundo sabe que será aplaudido, invejado, congratulado com uma palmadinha nas costas, ah valente! Eu bem sei que o nível de corrupção em Espanha é de tal magnitude, que ir às putas não é mais que a consequência menor da nojeira ética instalada e que de quem pertence a uma casta que defrauda milhões em contratos falsos, tem contas opacas na Suíça, recebe suplementos do salário do partido em B, cobra comissões por requalificações de terreno público o menos que se pode esperar é que seja um ser amoral e desprezível. Mas não deveria deixar de ser motivo de escárnio público. Um gajo que vai às putas não é mais que um triste desgraçado que tem que recorrer ao dinheiro para ter sexo, porque nem para foder serve. E devem ser os homens que comecem a censurar os putanheiros. O tal #heforshe não é abraçar a causa feminista como algo abstracto ou defender o rabo da Jessica Athayde com comentários ai és tão boa, filha. É a reprovação de quem exerce o poder através da submissão e humilhação das mulheres. É fazer destes tipos a caricatura, não a cara da Renée Zellweger.



    Por Rititi @ 2014/10/28 | 12 comentários »


    Partilhar o meu “Manual de Instruções para sobreviver aos 40″

    Prometi no Facebook do Rititi  que iria publicar alguns textos da grande obra chamada “Manual de Instruções para Sobreviver aos 40, continuar sexy, com alguma vida sexual e não parecer uma lontra” aqui no blogue e depois de uma árdua deliberação entre cinco pessoas que durou oito minutos escolhi um dos que mais gozo me deu a escrever: ” Um caso com o Lopes, porque não?”.

    UM CASO COM O LOPES. PORQUE NÃO?

    “Colega novo no escritório. O Lopes, quarenta e tal anos, aliança no dedo, simpático. Tomas uns quantos cafés com ele, partilhas confidências familiares e uma boleia depois de um dia de intenso trabalho. No jantar de Natal da empresa sentas-te ao lado dele. Tens boa onda com ele, o gajo entretém. Manda bocas giras sobre a tua figura, diz-te que estás mais magra, aproxima-se muito quando fala contigo, faz uns avanços sem chegar a ser ordinário, e não é feio de todo, verdade seja dita. E um dia dás por ti a pensar “E se…?”.  Momento fatídico, o debacle, o horror! És uma vaca, uma depravada, como podes pensar em ter sexo com outro? Metes a cabeça na sanita por te sentires culpada por encornares mentalmente o teu homem, os teus filhos, o teu projecto de vida! Arrependes-te, insultas-te, achas-te doida varrida, maluca dos cornos! Sim, sentes-te realmente mal, mas quando passa a tempestade voltas ao pensamento, a essa ideia de ter um caso com o Lopes. Porque não?

    Há um dia em que as mulheres da minha idade se esquecem que foram (e são) gajas boas. Vemo-nos como mães, mulheres de alguém que amamos, consumidoras de descontos de supermercados, profissionais competentes. Mas desejadas por outros homens, por estranhos, há anos que não sabemos o que isso é. Também não ajuda uma vida social reduzida à miséria mais enfadonha, com jantares em casas de amigos de longa data e festas de anos infantis. Há várias eras geológicas que não vamos a um bar sozinhas, e portanto o inocente engate ao balcão é o mais parecido a uma miragem, uma recordação dos anos universitários em que estávamos disponíveis, nem que fosse para dizer que não estávamos disponíveis. Não nos sentimos sexys. As nossas roupas, sejamos sinceras, estão desactualizadas, de tantas mudanças de peso. Depois de várias gravidezes, as roupas que não ficam apertadas nas mamas estão largueironas nas ancas. Temos saudades do nosso corpo, da nossa energia, não nos achamos bonitas, quanto mais desejáveis por terceiros. Nem sequer temos tempo para nos olharmos ao espelho. Pensamos que os homens da nossa idade só se interessam por miúdas magras e novas, miúdas que um dia já fomos, sem filhos, sem crédito à habitação, sem bóia abdominal. Pesam-nos os anos, os quilos, o desinteresse, a monotonia e a falta de tesão. Temos sexo garantido com o nosso gajo, mas falta-lhe essa sensação de aventura, de descoberta.

    Até que um dia recebes uma mensagem no Facebook de um antigo colega da faculdade que te diz como estás bem depois destes anos todos. Nem te lembras muito bem quem ele é, mas só a mensagem, tão idiota que parece sincera, faz-te ir a correr para o computador todos os dias. Começam as trocas de mensagens, algumas mais picantonas, mais atrevidotas e desejas voltar a vê-lo, que te diga fisicamente, olhos nos olhos, que estás ainda mais bonita, mais desejável, mais tudo. Ou até esse instante em que um colega da secção de contabilidade parece estar a lamber-te com o olhar, ali mesmo, ao pé da máquina das fotocópias. Sentes-te viva!

    Há centenas de homens que te acham gira, boa, interessante, tesuda. Tu é que andas feita zarolha, estupidificada no teu rame-rame suburbano, enfiada nesse mundinho de fralda e sopa, de correrias e insatisfações mentais. E quando um trambolho como o Lopes te põe a mão na perna, em vez de o mandares para o caralho porque o gajo realmente não tem graça nenhuma, ficas deslumbrada e dás por ti a pensar “como seria o sexo com ele?”. O problema aqui não é o Lopes. És tu. Alguma vez na tua vida, se não estivesses tão macambúzia, tão pouco satisfeita com o teu corpo e a tua sexualidade, ligarias a um ser tão desinteressante e medonho como o Lopes? Credo! Muda mas é de roupa, mulher! Muda o penteado, a cor das unhas, vai ao cinema, bebe um copo com a tua melhor amiga, desabafa com a tua irmã, tem sexo com o teu gajo, mas por amor da santa… O Lopes? Que poderia dar-te ele? Sexo louco? Estás doida. Os Lopes desta vida têm existências ainda mais tristes do que a tua, mais pequeno-burguesas, mais enfadonhas e cinzentas. Porque a tua vida não tem problema nenhum, tu é que te deixaste arrastar numa infinidade de queixumes que te fazem sentir feia e gorda e velha, quando nada disso é real. Está óptima, rapariga! E sim, és parva, não por fantasiar sexo com um homem que não é o teu marido, mas porque queres acreditar que com outro sentirias de novo o desejo, a pica, o prazer de ser outra vez essa mulher que há anos deixaste de ser, escondida no armário da roupa que não usas porque não tens idade para isso. Disparate! Se olhares à tua volta, se esqueceres os teus complexos e as parvoíces sobre a tua barriga (barriga completamente normal para a idade e os filhos que tens), reparas que os pais dos amigos dos teus filhos até são capazes de te ver como uma mulher atraente, sexy, bonita. Se não pensasses tanto como foste mas sim na mulher interessante, atraente e divertida em que te transformaste com os anos verias que o Lopes é um dos muitos que olham para ti de um modo sexual.

    E se pensares mais no teu gajo, já agora. Sim, nesse homem a quem abandonaste no sofá enquanto te metias na casa de banho para lavar a roupa das crianças com nódoas das ameixas. Esse homem que ignoraste enquanto pensavas no Lopes. Esse homem que é o teu. Se o deixasses, fazia-te o que nenhum Lopes ou bacano do Facebook seriam capazes de fazer. Eles não sabem o que ele sabe. Não podem, não te conhecem. Aliás, se há homem que te ache boa, gira, tesuda, divertida, interessante,  bonita, sexy é ele.”

    Gostaram? Querem mais? Então já sabem: encomendem na Editora Cego Surdo e Mudo que eles são rapazes muito jeitosinhos e mandam o livro para casa.



    Por Rititi @ 2013/10/09 | 18 comentários »


    Foder é que não

    Uma miúda linda (linda não, boa) prova o armário inteiro em frente ao espelho enquanto decide que de este ano não passa, que vai para a cama com o chefe que também é bom todos os dias e que lhe vai meter a mão ali mesmo, ai, uf, vozes orgásmicas, a ele que lhe ficam tão bem as t-shirts e que se lixem as de contabilidade, toma, toma, porque ela merece e tal e pronto, hoje vai para a cama com ele e até mais de uma vez, sim, ui, ufa, ufa. E claro, o twitter, essa fábrica de pensadores, falou da campanha da Desigual durante uma semana inteira. Machista, horrenda, simples clamaram uns, brilhante e valente, fabuloso, twitaram outros, entre textos de grande eloquência onde se debateram questões fundamentais para a humanidade como o papel da mulher na publicidade, a liberdade sexual, a promiscuidade e o sexo dos anjos. Por um lado uns perguntavam-se qual é o problema de ter uma gaja a dizer que vai foder com o chefe se a Axe faz campanhas sincera e orgulhosamente sexistas (um gajo banal borrifa-se de desodorizante e três dúzias de modelos russas tesudas brotam nuas por arte de magia dentro da cama dele). Por outro, questionavam se este é o ideal de mulher liberada, realizada e plena, cujo único fim parece ser ter sexo com um gajo só porque “está bueno”. Bem, para já este anúncio não tem a piada dos anúncios da Axe, que usa e abusa de gajas boas (sim), mas também da ironia na mensagem: sim és feio, magrelas e sem gracinha nenhuma, mas se usas a Axe vais continuar a ser feio e magrelas mas as gajas vão cair que nem tordos aos teus pés. Sim, o anúncio da Desigual é uma merda. Mas também é verdade que a miúda do espelho não diz que tem como único propósito na vida foder o chefe; talvez esteja a acabar o MBA, tenha três filhos, seja cirurgiã de renome internacional, sei lá, mas o caso é que esta noite especificamente o plano dela é mandar uma queca valente com o homem e já está. Ou seja, continuamos na mesma: uma gaja não poder ter sexo porque sim. Os machistas chamam-lhe puta e as feministas básica, ignorante e irresponsável e em ambos os casos pela mesma razão: uma mulher deve querer mais do que simples sexo. Amor, filhos, carreira, projecção, ambição e o caralho. Foder é que não. E muito menos falar disso.  O costume, depois de tantos séculos. Vamos bem, vamos.



    Por Rititi @ 2012/12/18 | 11 comentários »


    Para as fãs das Sombras do Grey



    Por Rititi @ 2012/10/23 | 12 comentários »


    PENTHOUSE DE MARÇO: UM ORGASMO É UM ORGASMO

    Segundo a Wikipedia, essa fonte de conhecimento da pos-modernidade, “La Petite Mort” é o termo que se refere ao momento imediatamente a seguir ao orgasmo e que está associado a uma pequena perda de consciência, a um ligeiro desvanecimento derivado do supremo êxtase orgásmico.Também é o nome do livro editado pela prestigiosa editora Taschen que recolhe as fotografias de 37 mulheres a masturbar-se que o canadiano Will Santillo foi fazendo ao longo de oito anos por esse mundo fora. Mulheres magras, mulheres gordas, com as calças descidas até aos joelhos, nuas num carro a ser observadas por desconhecidos que também se tocam, mulheres que se masturbam na banheira ou em frente ao espelho, com a mão ou com brinquedos eróticos, sozinhas ou com o parceiro, com pérolas no pescoço, com o sutiã caído, com o rabo alçado, com os dedos enfiados dentro da vagina, com a boca aberta e olhos revirados, mulheres reais, que não são actrizes nem profissionais da pornografia e que faz que este livro tenha uma honestidade brutal. As fotografias são bonitas, claro que sim, a luz é a ideal, a cor reflecte a sensualidade desejada, mas saber que as senhoras que aparecem ali com as pernas abertas e com cara alucinada enquanto se tocam as mamas e o rabo e as pernas depois vão para o escritório acabar o relatório e levam os filhos à escola dá-lhe ao trabalho do fotógrafo a veracidade perfeita para uma obra que tem uma vocação quase metafísica.

    Porque quando se trata da sexualidade feminina parece que a Humanidade ainda está à procura de uma explicação para a génese do prazer das mulheres, da essência primária, das razões e motivações para que uma miúda que vive num apartamento no Fundão com o namorado e o pastor alemão se encerre sozinha na casa de banho e se dê prazer com o chuveiro, se sente no chão de joelhos e se toque uma e outra vez com os dedos, que se venha em silêncio enquanto o mundo lá fora se debate entre as reuniões da Troika e a máquina de lavar a roupa. É fatal como o destino: cada três meses, não há tratado, livro, estudo promovido por uma reconhecida universidade americana que não se debata com o tema do orgasmo feminino. E se se trata de orgasmo em solitário, da masturbação, ainda é mais gritante, como se nesse acto tão privado e tão banal se encerrassem todos os segredos do Universo. Quando uma mulher se masturba nasce uma nova estrela, explode a anti-materia, colidem os planetas. Quando uma mulher se vem renasce a Humanidade.

    Pelo o amor da santa: BASTA! É só um orgasmo, mais um de muitíssimo que as mulheres têm como os homens também têm. Na cama, de manhã, antes de ir ao médico, na casa de banho do trabalho, com o marido, na cozinha: quando nos apetece. Essa é a verdadeira e única razão pela qual as mulheres se masturbam. Um orgasmo é um orgasmo: é essencial para a manutenção da  felicidade intelectual e física, sem ele não há relação sexual ou amorosa que sobreviva e deveria ser obrigatório que todos e cada um dos seres humanos soubessem como fazê-lo em solitário. A masturbação, se não põe os homens cegos, também não deixa as mulheres carecas. Que é muito boa? Claro! Que se deveria practicar mais? Óbvio! Que aliás as mulheres podemos ter vários orgasmos sozinhas e seguidos? Já toda a gente sabe isso. Mas já chega de fazer deste tema a tese de doutoramento sobre a metafísica da humanidade. É só um orgasmo, pá!



    Por Rititi @ 2012/04/18 | 9 comentários »


    PENTHOUSE DE FEVEREIRO: QUANDO ELAS FINGEM

    Rapaz conhece rapariga. Rapaz acha piada à rapariga. Rapaz faz o cortejo do costume e, depois de três cinemas, oitenta euros em jantares e uma tarde com as chatas das amigas, rapariga também acaba por achar piada ao rapaz. Rapaz dá beijinhos. Rapariga dá beijinhos. Rapaz tenta meter a mão debaixo da camisola. Rapariga diz que ela é uma moça séria. Rapaz almoça ao domingo com os pais da rapariga e ainda tem direito a visitar a avó paralítica no lar da terceira idade. Rapariga deixa meter a mão debaixo da camisola. Rapaz prepara noite romântica com velinhas e bombons num hotel com boas referências e longe das amigas, os pais e a avó paralítica. Rapariga estreia lingerie sexy como aquela da Luisa Beirão no anúncio da Triumph. Rapaz toma banho e passa pela farmácia para se abastecer com uma dúzia de preservativos XXL, ultra touch e hiper sensitive plus. Rapaz e rapariga fazem o que têm a fazer com muito cuidado para ficarem com uma bonita recordação da sua primeira e apaixonada vez. Rapaz esforça-se. Rapariga gosta mesmo do rapaz mas o rapaz não parece estar a esforçar-se na boa direcção. Rapariga tenta indicar. Rapaz não atina. Rapariga não pode acreditar que aquilo lhe esteja a acontecer. Rapaz acaba o que tem que acabar. Rapariga nem sequer viu uma luzinha ao fundo do túnel. “Gostaste, meu amor?”, pergunta ele. E ela depois dos cinemas, dos jantares, das amigas, do almoço com os pais e da visita à avó paralítica, depois da noite romântica e das velinhas, da cuequinha de fio dental e do sutiã almofadado, da expectativa, ela responde “sim querido, gostei muito”.

    Esta rapariga faz parte dos 60 por cento das mulheres que segundo a Universidade Oackland finge os orgasmos. Num original estudo (bocejos) sobre a sexualidade feminina (meu deus!) uns cientistas com as paredes cheias de diplomas entrevistaram 453 mulheres com o legítimo propósito de averiguar de uma uma vez por todas porquê elas dizem que sim quando a resposta deveria ser: “ó pá, se queres mesmo saber, a verdade é que foi uma grandessíssima bosta, não deste uma para a caixa, caneco, agradeço o esforço mas, francamente, para isto tinha ficado quietinha a comer chocolate que pelo menos sempre tinha gozado alguma coisa”. Mas não, elas fingem. E fazem-no, dizem os resultados deste inquérito, para manter o homem interessado e excitado e assim evitar uma possível infidelidade. E o estudo ainda vai mais longe: estas mulheres usam a manipulação para reter os gajos e as que mais mentem são as que depois continuam a maquinar outros estratagemas para evitar que os namorados as abandonem. Credo. Homens deste mundo: mais vale que aprendam a distinguir entre um verdadeiro orgasmo e esse gemido fingido e histérico que começa, que coincidência vejam só, quando vocês estão quase quase a chegar. Não tenham cuidado, não.

    E vocês, raparigas, escutem bem o que eu vos digo: a idade média das criaturas entrevistadas é de 21 anos. 21 anos, que horror! A esta idade as miúdas (sim, vocês) têm é que namorar. E namorar é provar, descartar, escolher, ir saltitando de cama em cama e, sobretudo, aplicar o verdadeiro método científico da prova-erro. O gajo até pode ser um bacano, um querido e um indivíduo realmente simpático, mas se vocês ficam a meio caminho, ou não sentem nada, se ficam com essa sensação de “porra, que desperdício” então têm bom remédio: ou dizem a verdade ou então partem para outra. Mas mentir? Não serve para nada, palavra de honra, e muito menos se a ideia é “reter” o gajo. Isto é só garantia de uma penosa e triste eternidade de mau sexo. E não há homem que mereça tanto sacrifício.



    Por Rititi @ 2012/03/28 | 8 comentários »